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	<title>CJC-S &#8211; Asas sobre os mares</title>
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	<description>A história da Aviação Naval da Marinha do Brasil</description>
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	<title>CJC-S &#8211; Asas sobre os mares</title>
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		<title>WACO CJC-S (D2W)</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rudnei]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 09 Aug 2021 17:16:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Aeronaves]]></category>
		<category><![CDATA[de Asa Fixa]]></category>
		<category><![CDATA[CJC-S]]></category>
		<category><![CDATA[D2W]]></category>
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					<description><![CDATA[HISTÓRICO Fabricado pela empresa norte-americana Waco Aircraft Company a partir de 1934, o modelo CJC era um avião biplano com cabine fechada, capaz de transportar um piloto e mais três passageiros, destinado a atender ao segmento da aviação executiva nos EUA. No Brasil Com a expansão das linhas do Correio Aéreo Naval para dentro do ... <a title="WACO CJC-S (D2W)" class="read-more" href="https://asassobreosmares.rudnei.cunha.nom.br/2021/08/09/waco-cjc-s-d2w/" aria-label="Read more about WACO CJC-S (D2W)">Ler mais</a>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h3><b>HISTÓRICO</b></h3>
<p>Fabricado pela empresa norte-americana Waco Aircraft Company a partir de 1934, o modelo CJC era um avião biplano com cabine fechada, capaz de transportar um piloto e mais três passageiros, destinado a atender ao segmento da aviação executiva nos EUA.</p>
<p><strong>No Brasil</strong></p>
<p>Com a expansão das linhas do Correio Aéreo Naval para dentro do território nacional, a Marinha de Guerra viu a necessidade de adquirir aeronaves mais adequadas para tais missões, e que oferecessem melhores acomodações para transporte de passageiros e carga, tendo em vista que os <a href="https://asassobreosmares.rudnei.cunha.nom.br/2021/08/09/waco-cso-d1w/">WACO CSO</a> já em uso eram dotados de cabines abertas.</p>
<p>Assim, em 1934 foram adquiridos quatro exemplares do modelo CJC-S, capazes de serem equipados com dois flutuadores feitos de alumínio, para decolagens e pousos na água, ou com trem de pouso fixo, para operar de pistas em terra.</p>
<p>Chegados ao Brasil em 1935, eles foram designados como D2W (indicando serem aeronaves para uso Diverso, 2º modelo da WACO empregado pela Aviação Naval) e matriculados com os números 112 a 115. Os WACO &#8220;Cabine&#8221;, como passaram a ser conhecidos, foram distribuídos ao Grupo Independente de Aviões do Correio, subordinado à Divisão do Correio Aéreo Naval.</p>
<p>Em 22/09/1936, foi criado o Serviço de Comunicações Aéreas, unidade criada para operar as aeronaves destacadas para missões em proveito do Correio Aéreo Naval, para a qual foram transferidas essas aeronaves.</p>
<p>Apenas três exemplares encontravam-se em condições de uso quando a Aviação Naval foi extinta, em 20/01/1941, sendo transferidos às Forças Aéreas Nacionais.</p>
<p><b>Características técnicas (WACO CJC-S)</b></p>
<table class="m" summary="características técnicas da aeronave">
<tbody>
<tr>
<td><i>Motor</i></td>
<td>Um motor Wright Whirlwind R-760E de 250 HP</td>
</tr>
<tr>
<td><i>Envergadura</i></td>
<td>10,61 m</td>
</tr>
<tr>
<td><i>Comprimento</i></td>
<td>7,81 m</td>
</tr>
<tr>
<td><i>Altura</i></td>
<td>2,67 m</td>
</tr>
<tr>
<td><i>Superfície alar</i></td>
<td>24,50 m<sup>2</sup></td>
</tr>
<tr>
<td><i>Peso</i></td>
<td>897 kg (vazio) e 1.453 kg (máximo)</td>
</tr>
<tr>
<td><i>Velocidade</i></td>
<td>243 km/h (máxima)</td>
</tr>
<tr>
<td><i>Razão de ascensão</i></td>
<td><span style="font-family: inherit; font-size: inherit;">259 m/min</span></td>
</tr>
<tr>
<td><i>Teto de serviço</i></td>
<td>4.876 m</td>
</tr>
<tr>
<td><i>Alcance</i></td>
<td>800 km</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p><b>Vistas laterais</b></p>
<figure id="attachment_926" aria-describedby="caption-attachment-926" style="width: 1014px" class="wp-caption aligncenter"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="size-large wp-image-926" src="https://asassobreosmares.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/08/d2w-112-1024x389.png" alt="" width="1024" height="389" srcset="https://asassobreosmares.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/08/d2w-112-1024x389.png 1024w, https://asassobreosmares.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/08/d2w-112-300x114.png 300w, https://asassobreosmares.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/08/d2w-112-768x292.png 768w, https://asassobreosmares.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/08/d2w-112-1536x583.png 1536w, https://asassobreosmares.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/08/d2w-112-2048x778.png 2048w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption id="caption-attachment-926" class="wp-caption-text">D2W nº 112, Serviço de Comunicações Aéreas (Correio Aéreo Naval).</figcaption></figure>
<figure id="attachment_927" aria-describedby="caption-attachment-927" style="width: 1014px" class="wp-caption aligncenter"><img decoding="async" class="size-large wp-image-927" src="https://asassobreosmares.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/08/d2w-114-1024x445.png" alt="" width="1024" height="445" srcset="https://asassobreosmares.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/08/d2w-114-1024x445.png 1024w, https://asassobreosmares.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/08/d2w-114-300x130.png 300w, https://asassobreosmares.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/08/d2w-114-768x333.png 768w, https://asassobreosmares.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/08/d2w-114-1536x667.png 1536w, https://asassobreosmares.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/08/d2w-114-2048x889.png 2048w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption id="caption-attachment-927" class="wp-caption-text">D2W nº 114, Serviço de Comunicações Aéreas (Correio Aéreo Naval).</figcaption></figure>
<hr noshade="noshade" size="1" width="40%" />
<p><b>Bibliografia:</b></p>
<ol>
<li>J. Flores Jr., “Aeronaves Militares Brasileiras – 1916 – 2015”, Action Editora, Rio de Janeiro, 2015.</li>
</ol>
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