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	<title>nael &#8211; Asas sobre os mares</title>
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	<description>A história da Aviação Naval da Marinha do Brasil</description>
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		<title>Navio-Aeródromo Leve &#8220;Minas Gerais&#8221; (A-11)</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rudnei]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 05 Jul 2021 00:37:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Navios-aeródromos]]></category>
		<category><![CDATA[a-11]]></category>
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					<description><![CDATA[HISTÓRICO Porta-aviões leve de esquadra, classe Colossus, construído na Grã-Bretanha pelos estaleiros Swan Hunter. Quilha batida em 16 de novembro de 1942, lançado ao mar em 23 de fevereiro de 1944 e comissionado em 15 de janeiro de 1945 como HMS Vengeance (71). Utilizado em serviço no Mediterrâneo e no Pacífico (como R64) durante a ... <a title="Navio-Aeródromo Leve &#8220;Minas Gerais&#8221; (A-11)" class="read-more" href="https://asassobreosmares.rudnei.cunha.nom.br/2021/07/04/navio-aerodromo-leve-minas-gerais-a-11/" aria-label="Read more about Navio-Aeródromo Leve &#8220;Minas Gerais&#8221; (A-11)">Ler mais</a>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<figure id="attachment_343" aria-describedby="caption-attachment-343" style="width: 227px" class="wp-caption alignleft"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="size-medium wp-image-343" src="https://asassobreosmares.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/07/NAeL-Minas-Gerais-237x300.png" alt="" width="237" height="300" srcset="https://asassobreosmares.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/07/NAeL-Minas-Gerais-237x300.png 237w, https://asassobreosmares.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/07/NAeL-Minas-Gerais.png 508w" sizes="(max-width: 237px) 100vw, 237px" /><figcaption id="caption-attachment-343" class="wp-caption-text">Navio-Aeródromo Leve &#8220;Minas Gerais&#8221; (A-11).</figcaption></figure>
<h3><b>HISTÓRICO</b></h3>
<p>Porta-aviões leve de esquadra, classe Colossus, construído na Grã-Bretanha pelos estaleiros Swan Hunter. Quilha batida em 16 de novembro de 1942, lançado ao mar em 23 de fevereiro de 1944 e comissionado em 15 de janeiro de 1945 como <b>HMS Vengeance</b> (71).</p>
<p>Utilizado em serviço no Mediterrâneo e no Pacífico (como <b>R64</b>) durante a IIª Guerra Mundial (letra de código <b>A</b>). Participou de experiências de uso em climas frios no Ártico em 1948-1949. Recebeu designação OTAN <b>R71</b>, letra de código <b>Q</b> na Marinha Real. Utilizado como transporte de tropas e aeronaves em 1951-1952.</p>
<p>Emprestado à Austrália como <b>HMAS Vengeance</b> de 13 de novembro de 1952 a 13 de agosto de 1955. Colocado em reserva pela Marinha Real após ser devolvido.</p>
<p>Vendido ao Brasil em 12 de dezembro de 1956. Modificado nos estaleiros Verolme de junho de 1957 a dezembro de 1960, com adição de convés de voo em ângulo a 8,5°, catapulta e sistema de parada, novos elevadores, nova ilha e sistemas de operação e eletrônica.</p>
<p>Recomissionado em 6 de dezembro de 1960 como <b>Navio-Aeródromo Leve (NAeL) &#8220;Minas Gerais&#8221;</b> (A-11). Modificado em 1976-1980. Problemas na catapulta levaram à sua indisponibilidade em 1987. Modificado em 1991-1993 e reincorporado em outubro de 1993. Catapulta reparada em 1996. Desativado em 2002.</p>
<p>Seu primeiro comandante foi o <b>CMG Hélio Leôncio Martins</b>.</p>
<figure id="attachment_28" aria-describedby="caption-attachment-28" style="width: 950px" class="wp-caption aligncenter"><img decoding="async" class="wp-image-28 size-full" src="https://asassobreosmares.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/06/NAeL-Minas-Gerais-6.jpg" alt="" width="960" height="630" srcset="https://asassobreosmares.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/06/NAeL-Minas-Gerais-6.jpg 960w, https://asassobreosmares.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/06/NAeL-Minas-Gerais-6-300x197.jpg 300w, https://asassobreosmares.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/06/NAeL-Minas-Gerais-6-768x504.jpg 768w" sizes="(max-width: 960px) 100vw, 960px" /><figcaption id="caption-attachment-28" class="wp-caption-text"><div class="cc-attribution-box"> </div></div> NAeL &#8220;Minas Gerais&#8221; (A-11) (foto: Marinha do Brasil).</figcaption></figure>
<p>&nbsp;</p>
<p><b>Características técnicas</b></p>
<table class="m" summary="características técnicas da aeronave">
<tbody>
<tr>
<td><i>Tipo</i></td>
<td>Porta-aviões leve de esquadra, classe Colossus</td>
</tr>
<tr>
<td><i>Propulsão</i></td>
<td>Turbinas a vapor, 4 caldeiras e 2 eixos, potência de 40.000SHP</td>
</tr>
<tr>
<td><i>Velocidade</i></td>
<td>24 nós</td>
</tr>
<tr>
<td><i>Deslocamento</i></td>
<td>19.890 toneladas</td>
</tr>
<tr>
<td><i>Comprimento</i></td>
<td>211,8m</td>
</tr>
<tr>
<td><i>Largura</i></td>
<td>36,3m</td>
</tr>
<tr>
<td><i>Altura</i></td>
<td>7,6m</td>
</tr>
<tr>
<td><i>Tripulação</i></td>
<td>1.300</td>
</tr>
<tr>
<td><i>Aeronaves</i></td>
<td>35 (máximo); usualmente, 10-12 AF-1; 4 a 6 SH-3A/SH-3B; 2 UH-13 e/ou 3 UH-14.</td>
</tr>
<tr>
<td><i>Armamento</i></td>
<td>10 canhões antiaéreos de 40mm (dois quádruplos, um duplo); após modernização, 3 lançadores duplos Matra SIMBAD para mísseis antiaéreos Mistral</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<hr noshade="noshade" size="1" width="40%" />
<p><b>Bibliografia</b></p>
<ol>
<li>&#8220;Carrier Aviation Air Power Directory &#8211; The World&#8217;s Aircraft Carriers and their Aircraft: 1950 &#8211; Present&#8221;. AIRtime Publishing, Norwalk, 2001.</li>
<li>J. Jordan, &#8220;An Illustrated Guide to Modern Naval Aviation and Aircraft Carriers&#8221;. Salamander, London, 1983.</li>
<li>A. Preston, &#8220;The World&#8217;s Great Aircraft Carriers &#8211; from the Civil War to the present&#8221;, Thunder Bay Press, San Diego, 2000.</li>
<li>Esquadra Brasileira. Dezembro de 1959.</li>
</ol>
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