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	<title>Seahorse &#8211; Asas sobre os mares</title>
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	<description>A história da Aviação Naval da Marinha do Brasil</description>
	<lastBuildDate>Wed, 21 Jul 2021 01:31:55 +0000</lastBuildDate>
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	<title>Seahorse &#8211; Asas sobre os mares</title>
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	<item>
		<title>Sikorsky HSS-1 Seahorse (SH-34G)</title>
		<link>https://asassobreosmares.rudnei.cunha.nom.br/2021/07/18/sikorsky-hss-1-seahorse-sh-34g/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rudnei]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 18 Jul 2021 20:24:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Aeronaves]]></category>
		<category><![CDATA[Seahorse]]></category>
		<category><![CDATA[SH-34G]]></category>
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					<description><![CDATA[HISTÓRICO A história dos SH-34G remonta à compra do porta-aviões NAeL &#8220;Minas Gerais&#8221; pela Marinha, em 1956; como caberia à Força Aérea operar as aeronaves a bordo, de acordo com a legislação vigente à época, em 6 de fevereiro de 1957 foi criado, pelo Decreto nº 40.859, o 1º Grupo de Aviação Embarcada (1º GAE). ... <a title="Sikorsky HSS-1 Seahorse (SH-34G)" class="read-more" href="https://asassobreosmares.rudnei.cunha.nom.br/2021/07/18/sikorsky-hss-1-seahorse-sh-34g/" aria-label="Read more about Sikorsky HSS-1 Seahorse (SH-34G)">Ler mais</a>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h3>HISTÓRICO</h3>
<p>A história dos SH-34G remonta à compra do porta-aviões <a href="https://asassobreosmares.rudnei.cunha.nom.br/2021/07/04/navio-aerodromo-leve-minas-gerais-a-11/">NAeL &#8220;Minas Gerais&#8221;</a> pela Marinha, em 1956; como caberia à Força Aérea operar as aeronaves a bordo, de acordo com a legislação vigente à época, em 6 de fevereiro de 1957 foi criado, pelo Decreto nº 40.859, o <a href="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/2021/01/05/1o-grupo-de-aviacao-embarcada/">1º Grupo de Aviação Embarcada</a> (1º GAE). O Grupo seria constituído por dois esquadrões, o primeiro (1º/1º GAE) operando aeronaves de guerra antissubmarina Grumman S-2F1 Tracker e o segundo (2º/1º GAE) operando seis helicópteros de guerra antissubmarina Sikorsky HSS-1, conhecidos na FAB como H-34.</p>
<p>Essas aeronaves foram vendidas ao Brasil no âmbito do programa MDAP e, para tal, foram transferidas da US Navy à US Air Force como SH-34G Seahorse, onde receberam os números de série USAF 60-5424 a 60-5429 (seus números de construção da Sikorsky eram, respectivamente, 58.1283, 58.1294, 58.1295, 58.1307, 58.1308 e 58.1309). Algumas fontes registram essas aeronaves como sendo do tipo HSS-1N / SH-34J, porém os números de série &#8211; citados em todas as fontes &#8211; correspondem a aeronaves SH-34G.</p>
<p>Os seis H-34 foram recebidos pela FAB em 1962, matriculados como FAB 8550 a FAB 8555. As tripulações do 2º/1º GAE receberam treinamento de voo e operacional na missão de guerra antissubmarina em unidades da Marinha dos EUA.</p>
<p>Apesar disso, os H-34 da FAB nunca operaram a bordo do NAeL &#8220;Minas Gerais&#8221;. A Marinha não aceitava que o componente aéreo da Esquadra viesse a ser controlado pela Força Aérea. A tensão entre as duas Armas chegou a tal ponto que foi necessária a intervenção presidencial. Através do Decreto nº 55.627, de 26 de janeiro de 1965, foram regulamentadas as atividades aéreas navais: à Marinha caberia apenas a operação de aeronaves de asa rotativa.</p>
<p>Dessa forma, os H-34 da FAB foram transferidos à Marinha, onde passaram a ser conhecidos como SH-34G e receberam as matrículas N-3001 a N-3006. No dia 20 de abril iniciou-se a instrução terrestre ao pessoal da Aviação Naval que operariam os SH-34G; no mês seguinte, iniciou-se a instrução aérea. No dia 28 de maio, foi ativada a unidade que operaria os novos helicópteros, o <a href="https://asassobreosmares.rudnei.cunha.nom.br/2021/07/04/primeiro-esquadrao-de-helicopteros-anti-submarino-esqdhs-1/">Primeiro Esquadrão de Helicópteros Anti-Submarino</a> (EsqdHS-1). No dia 7 de julho, os primeiros dois SH-34G foram transladados em vôo para São Pedro d&#8217;Aldeia, sede do EsqdHS-1.</p>
<p>Na Marinha, os SH-34G desempenharam missões de guerra antissubmarina, embarcados a bordo do NAeL &#8220;Minas Gerais&#8221;, por um período de dez anos. Dois deles foram perdidos em acidentes: o N-3003, em 08 de fevereiro de 1966 e o N-3005, em 10 de novembro de 1972. Os restantes foram desativados em 1975.</p>
<figure id="attachment_519" aria-describedby="caption-attachment-519" style="width: 490px" class="wp-caption aligncenter"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="size-full wp-image-519" src="https://asassobreosmares.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/07/SH-34J-N-3001-SDGM.jpg" alt="" width="500" height="336" srcset="https://asassobreosmares.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/07/SH-34J-N-3001-SDGM.jpg 500w, https://asassobreosmares.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/07/SH-34J-N-3001-SDGM-300x202.jpg 300w, https://asassobreosmares.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/07/SH-34J-N-3001-SDGM-272x182.jpg 272w" sizes="(max-width: 500px) 100vw, 500px" /><figcaption id="caption-attachment-519" class="wp-caption-text">SH-34G N-3001 (foto: SDGM).</figcaption></figure>
<figure id="attachment_510" aria-describedby="caption-attachment-510" style="width: 2038px" class="wp-caption aligncenter"><img decoding="async" class="size-full wp-image-510" src="https://asassobreosmares.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/07/SH-34G-N-3001.jpg" alt="" width="2048" height="1365" srcset="https://asassobreosmares.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/07/SH-34G-N-3001.jpg 2048w, https://asassobreosmares.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/07/SH-34G-N-3001-300x200.jpg 300w, https://asassobreosmares.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/07/SH-34G-N-3001-1024x683.jpg 1024w, https://asassobreosmares.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/07/SH-34G-N-3001-768x512.jpg 768w, https://asassobreosmares.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/07/SH-34G-N-3001-1536x1024.jpg 1536w, https://asassobreosmares.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/07/SH-34G-N-3001-272x182.jpg 272w" sizes="(max-width: 2048px) 100vw, 2048px" /><figcaption id="caption-attachment-510" class="wp-caption-text">SH-34G N-3001 (foto: Marinha do Brasil).</figcaption></figure>
<figure id="attachment_467" aria-describedby="caption-attachment-467" style="width: 1427px" class="wp-caption aligncenter"><img decoding="async" class="size-full wp-image-467" src="https://asassobreosmares.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/07/1.jpg" alt="" width="1437" height="1436" srcset="https://asassobreosmares.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/07/1.jpg 1437w, https://asassobreosmares.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/07/1-300x300.jpg 300w, https://asassobreosmares.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/07/1-1024x1024.jpg 1024w, https://asassobreosmares.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/07/1-150x150.jpg 150w, https://asassobreosmares.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/07/1-768x767.jpg 768w" sizes="(max-width: 1437px) 100vw, 1437px" /><figcaption id="caption-attachment-467" class="wp-caption-text">O SH-34G N-3004 pousa a bordo do NAeL &#8220;Minas Gerais&#8221; durante a Operação UNITAS VI, 22 de junho de 1965 (foto: Arquivo Nacional).</figcaption></figure>
<figure id="attachment_518" aria-describedby="caption-attachment-518" style="width: 640px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-518" src="https://asassobreosmares.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/07/sh-34j-n3005-sdgm.jpg" alt="" width="650" height="410" srcset="https://asassobreosmares.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/07/sh-34j-n3005-sdgm.jpg 650w, https://asassobreosmares.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/07/sh-34j-n3005-sdgm-300x189.jpg 300w" sizes="auto, (max-width: 650px) 100vw, 650px" /><figcaption id="caption-attachment-518" class="wp-caption-text">SH-34G N-3005 em voo; ao fundo o SH-34G N-3002, com o primeiro padrão de pintura (foto: SDGM).</figcaption></figure>
<p><b>Características técnicas (Sikorsky SH-34G)</b></p>
<table class="m" summary="características técnicas da aeronave">
<tbody>
<tr>
<td><i>Motor</i></td>
<td>Um motor a pistão Pratt &amp; Whitney Wasp R-1820-84 de 1.525HP, radial, de 9 cilindros</td>
</tr>
<tr>
<td><i>Diâmetro do rotor principal</i></td>
<td>17,07m</td>
</tr>
<tr>
<td><i>Comprimento</i></td>
<td>16,46m (fuselagem)</td>
</tr>
<tr>
<td><i>Altura</i></td>
<td>4,37m</td>
</tr>
<tr>
<td><i>Peso</i></td>
<td>3.583kg (vazio); 5.897kg (máximo)</td>
</tr>
<tr>
<td><i>Velocidade</i></td>
<td>196km/h (máxima)</td>
</tr>
<tr>
<td><i>Alcance</i></td>
<td>398km</td>
</tr>
<tr>
<td><i>Razão de subida</i></td>
<td>335m/min</td>
</tr>
<tr>
<td><i>Teto de serviço</i></td>
<td>2.896m</td>
</tr>
<tr>
<td><i>Tripulação</i></td>
<td>Piloto, Co-piloto e operador de guincho; até 12 passageiros</td>
</tr>
<tr>
<td><i>Armamento</i></td>
<td>&#8211;</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p><b>Vistas laterais</b></p>
<figure id="attachment_621" aria-describedby="caption-attachment-621" style="width: 2390px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-621" src="https://asassobreosmares.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/07/sh-34g_n3001_hs-1.png" alt="" width="2400" height="800" srcset="https://asassobreosmares.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/07/sh-34g_n3001_hs-1.png 2400w, https://asassobreosmares.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/07/sh-34g_n3001_hs-1-300x100.png 300w, https://asassobreosmares.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/07/sh-34g_n3001_hs-1-1024x341.png 1024w, https://asassobreosmares.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/07/sh-34g_n3001_hs-1-768x256.png 768w, https://asassobreosmares.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/07/sh-34g_n3001_hs-1-1536x512.png 1536w, https://asassobreosmares.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/07/sh-34g_n3001_hs-1-2048x683.png 2048w" sizes="auto, (max-width: 2400px) 100vw, 2400px" /><figcaption id="caption-attachment-621" class="wp-caption-text">SH-34G N-3001.</figcaption></figure>
<figure id="attachment_619" aria-describedby="caption-attachment-619" style="width: 2390px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-619" src="https://asassobreosmares.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/07/sh-34g_n3004_hs-1.png" alt="" width="2400" height="800" srcset="https://asassobreosmares.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/07/sh-34g_n3004_hs-1.png 2400w, https://asassobreosmares.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/07/sh-34g_n3004_hs-1-300x100.png 300w, https://asassobreosmares.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/07/sh-34g_n3004_hs-1-1024x341.png 1024w, https://asassobreosmares.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/07/sh-34g_n3004_hs-1-768x256.png 768w, https://asassobreosmares.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/07/sh-34g_n3004_hs-1-1536x512.png 1536w, https://asassobreosmares.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/07/sh-34g_n3004_hs-1-2048x683.png 2048w" sizes="auto, (max-width: 2400px) 100vw, 2400px" /><figcaption id="caption-attachment-619" class="wp-caption-text">SH-34G N-3004.</figcaption></figure>
<figure id="attachment_620" aria-describedby="caption-attachment-620" style="width: 2390px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-620" src="https://asassobreosmares.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/07/sh-34g_n3005_hs-1.png" alt="" width="2400" height="800" srcset="https://asassobreosmares.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/07/sh-34g_n3005_hs-1.png 2400w, https://asassobreosmares.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/07/sh-34g_n3005_hs-1-300x100.png 300w, https://asassobreosmares.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/07/sh-34g_n3005_hs-1-1024x341.png 1024w, https://asassobreosmares.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/07/sh-34g_n3005_hs-1-768x256.png 768w, https://asassobreosmares.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/07/sh-34g_n3005_hs-1-1536x512.png 1536w, https://asassobreosmares.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/07/sh-34g_n3005_hs-1-2048x683.png 2048w" sizes="auto, (max-width: 2400px) 100vw, 2400px" /><figcaption id="caption-attachment-620" class="wp-caption-text">SH-34G N-3005.</figcaption></figure>
<hr noshade="noshade" size="1" width="40%" />
<p><b>Bibliografia:</b></p>
<ol>
<li>J. Flores Jr., “Aeronaves Militares Brasileiras – 1916 – 2015”, Action Editora, Rio de Janeiro, 2015.</li>
<li>J.M. Andrade. Latin-American Military Aviation. Midland Counties Publications, Leicester, 1982.</li>
<li>J.M. Andrade. U.S. Military Aircraft Designations and Serials since 1909. Midland Counties Publications, Leicester, 1979.</li>
<li>J. Baugher. 1960 USAF Serial Numbers. <a href="http://home.att.net/~jbaugher/1960.html" target="_top" rel="noopener">http://home.att.net/~jbaugher/1960.html</a>.</li>
<li>Aviação Naval Brasileira. Junho de 2003. <a href="http://www.angelfire.com/space/anb/" target="_top" rel="noopener">http://www.angelfire.com/space/anb/</a>.</li>
<li>&#8220;Carrier Aviation Air Power Directory &#8211; The World&#8217;s Aircraft Carriers and their Aircraft: 1950 &#8211; Present&#8221;. AIRtime Publishing, Norwalk, 2001.</li>
</ol>
<p>&nbsp;</p>
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