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	<title>Skyhawk &#8211; Asas sobre os mares</title>
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	<link>https://asassobreosmares.rudnei.cunha.nom.br</link>
	<description>A história da Aviação Naval da Marinha do Brasil</description>
	<lastBuildDate>Sun, 01 Dec 2024 13:56:29 +0000</lastBuildDate>
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	<title>Skyhawk &#8211; Asas sobre os mares</title>
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	<item>
		<title>McDonnell-Douglas A-4MB Skyhawk II (AF-1, AF-1A, AF-1B, AF-1C)</title>
		<link>https://asassobreosmares.rudnei.cunha.nom.br/2021/07/18/mcdonnell-douglas-a-4mb-skyhawk-ii-af-1-af-1a-af-1b/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rudnei]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 18 Jul 2021 20:26:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Aeronaves]]></category>
		<category><![CDATA[A-4]]></category>
		<category><![CDATA[AF-1]]></category>
		<category><![CDATA[AF-1A]]></category>
		<category><![CDATA[AF-1B]]></category>
		<category><![CDATA[AF-1C]]></category>
		<category><![CDATA[Skyhawk]]></category>
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					<description><![CDATA[HISTÓRICO O McDonnell-Douglas A-4 Skyhawk realizou seu primeiro voo em junho de 1954. De pequenas dimensões, foi projetado como bombardeiro nuclear para uso a bordo dos porta-aviões norte-americanos da classe Essex. Utilizado por vários países, o Skyhawk, em suas diferentes versões, teve um bom desempenho nos conflitos em que foi utilizado, como no Vietnã, na ... <a title="McDonnell-Douglas A-4MB Skyhawk II (AF-1, AF-1A, AF-1B, AF-1C)" class="read-more" href="https://asassobreosmares.rudnei.cunha.nom.br/2021/07/18/mcdonnell-douglas-a-4mb-skyhawk-ii-af-1-af-1a-af-1b/" aria-label="Read more about McDonnell-Douglas A-4MB Skyhawk II (AF-1, AF-1A, AF-1B, AF-1C)">Ler mais</a>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h3>HISTÓRICO</h3>
<p>O McDonnell-Douglas A-4 Skyhawk realizou seu primeiro voo em junho de 1954. De pequenas dimensões, foi projetado como bombardeiro nuclear para uso a bordo dos porta-aviões norte-americanos da classe Essex. Utilizado por vários países, o Skyhawk, em suas diferentes versões, teve um bom desempenho nos conflitos em que foi utilizado, como no Vietnã, na guerra do Yom Kippur (1973) e no conflito das Falklands (1982), no qual os Skyhawk argentinos &#8211; tanto da Força Aérea como da Aviação Naval &#8211; afundaram ou destruíram cinco navios britânicos, além de avariarem outros sete.</p>
<p>Impressionado pelo sucesso alcançado pelos Skyhawk israelenses em 1973, o Kuwait adquiriu 30 A-4KU e 6 TA-4KU. Os A-4KU eram variantes dos A-4M Skyhawk II norte-americanos, sem capacidade de ataque nuclear e lançamento de mísseis antirradiação e bombas guiadas por TV, porém incorporando o sistema Hughes ARBS (&#8220;Angle-Rate Bombing System&#8221;, para designação de alvos no solo) e mantendo, ainda, a capacidade de lançamento de mísseis AGM-65 Maverick. Já o TA-4KU foi a versão mais potente dos biplaces de treinamento, já que incorporava o turbojato Pratt &amp; Whitney J52-P-408 de 11.200lb de empuxo, o mesmo da versão monoplace A-4KU. Os TA/A-4KU são considerados a melhor versão do Skyhawk já produzida.</p>
<p>Entregues ao final de 1976, os TA/A-4KU foram utilizados em combate quando da invasão do Kuwait pelo Iraque, em 1990. Os pilotos da Força Aérea do Kuwait conseguiram levar 24 Skyhawks, a maioria deles A-4KU, para a Arábia Saudita. Durante o conflito, os Skyhawks da Força Aérea do Kuwait Livre realizaram 1.361 surtidas, perdendo apenas uma aeronave. Após o final da guerra do Golfo, os TA/A-4KU foram substituídos pelos McDonnell-Douglas F/A-18C/D e armazenados, para venda, a partir de julho de 1991.</p>
<p>Com a autorização dada à Marinha do Brasil para operar novamente aeronaves de asa fixa, através do Decreto nº 2.538, foram adquiridos 20 A-4KU e 3 TA-4KU, além de outros suprimentos. As aeronaves foram preparadas para entrega pela Boeing no Kuwait, e chegaram ao Brasil, por via marítima, no dia 5 de setembro de 1998. Com as modificações, os Skyhawks brasileiros receberam a designação de tipo A-4MB e TA-4MB.</p>
<p>Designados como AF-1 (monoplace) e AF-1A (biplace) pela Marinha, os Skyhawks são operados pelo <a href="https://asassobreosmares.rudnei.cunha.nom.br/2021/07/04/primeiro-esquadrao-de-avioes-de-interceptacao-e-ataque-esqdvf-1/">Primeiro Esquadrão de Aviões de Interceptação e Ataque</a>. Os AF-1 receberam as matrículas N-1001 a N-1020, e os AF-1A foram matriculados como N-1021 a N-1023.</p>
<p>Os AF-1 foram utilizados a bordo do <a href="https://asassobreosmares.rudnei.cunha.nom.br/2021/07/04/navio-aerodromo-leve-minas-gerais-a-11/">NAeL &#8220;Minas Gerais&#8221;</a> até a sua desativação, em 2002, para qualificação dos pilotos navais em pouso enganchado e decolagem catapultada. Com a incorporação à Marinha do Brasil do <a href="https://asassobreosmares.rudnei.cunha.nom.br/2021/07/04/navio-aerodromo-sao-paulo-a-12/">NAe &#8220;São Paulo&#8221;</a>, os Skyhawks brasileiros passaram a desempenhar suas missões a bordo do novo porta-aviões brasileiro.</p>
<p>Em 2009, foi assinado entre a Marinha do Brasil e a Embraer o contrato de modernização de doze aeronaves, sendo nove AF-1 e três AF-1A, as quais passarão a ser designadas como AF-1B e AF-1C, respectivamente. A modernização compreende a instalação de um radar de controle de tiro multimodo com tela plana Elta EL/M-2032, bem como um &#8220;glass cockpit&#8221; com duas telas multifuncionais coloridas, sistema de pilotagem do tipo HOTAS, RWR e dispensadores de &#8220;chaff&#8221;/&#8221;flare&#8221;.</p>
<p>No entanto, devido a dificuldades orçamentárias e o incêndio ocorrido a bordo do NAe &#8220;São Paulo&#8221; em 2012, que o colocou fora de serviço e levou à sua desativação em 2018, a quantidade de AF-1 e AF-1A a serem modernizados foi diminuída, passando a cinco e dois, respectivamente.</p>
<p>O primeiro AF-1B, o N-1001, foi entregue à Marinha do Brasil em 26/11/2015. As outras aeronaves modernizadas para o padrão AF-1B são as de matrículas N-1008, N-1011 (perdido em acidente em 26/07/2016), N-1013 (danificado em decolagem no dia 23/10/2019 e sendo recuperado) e N-1004 (a ser entregue em 2021).</p>
<p>Os AF-1A a serem modernizados são os de matrícula N-1021 e N-1022.</p>
<figure id="attachment_1153" aria-describedby="caption-attachment-1153" style="width: 790px" class="wp-caption aligncenter"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="size-full wp-image-1153" src="https://asassobreosmares.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2024/12/aeronave6.jpg" alt="" width="800" height="521" srcset="https://asassobreosmares.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2024/12/aeronave6.jpg 800w, https://asassobreosmares.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2024/12/aeronave6-300x195.jpg 300w, https://asassobreosmares.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2024/12/aeronave6-768x500.jpg 768w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /><figcaption id="caption-attachment-1153" class="wp-caption-text">O AF-1 N-1012 visto a bordo do NAe &#8220;São Paulo&#8221; (foto: SRPM).</figcaption></figure>
<figure id="attachment_1152" aria-describedby="caption-attachment-1152" style="width: 790px" class="wp-caption aligncenter"><img decoding="async" class="size-full wp-image-1152" src="https://asassobreosmares.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2024/12/aeronave13-1.jpg" alt="" width="800" height="568" srcset="https://asassobreosmares.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2024/12/aeronave13-1.jpg 800w, https://asassobreosmares.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2024/12/aeronave13-1-300x213.jpg 300w, https://asassobreosmares.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2024/12/aeronave13-1-768x545.jpg 768w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /><figcaption id="caption-attachment-1152" class="wp-caption-text">O AF-1 N-1001 é visto decolando do NAe &#8220;São Paulo&#8221; (foto: SRPM).</figcaption></figure>
<figure id="attachment_1131" aria-describedby="caption-attachment-1131" style="width: 1014px" class="wp-caption alignnone"><img decoding="async" class="wp-image-1131 size-full" src="https://asassobreosmares.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2023/12/AF-1B-N-1008.jpg" alt="" width="1024" height="630" srcset="https://asassobreosmares.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2023/12/AF-1B-N-1008.jpg 1024w, https://asassobreosmares.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2023/12/AF-1B-N-1008-300x185.jpg 300w, https://asassobreosmares.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2023/12/AF-1B-N-1008-768x473.jpg 768w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption id="caption-attachment-1131" class="wp-caption-text"><div class="cc-attribution-box"> </div></div> AF-1B N-1008 (foto: Marinha do Brasil).</figcaption></figure>
<figure id="attachment_1155" aria-describedby="caption-attachment-1155" style="width: 1014px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-1155" src="https://asassobreosmares.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2024/12/A-4-MB-N-1022-VF-1-NT-22abr21-Camazano-1.jpg" alt="" width="1024" height="681" srcset="https://asassobreosmares.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2024/12/A-4-MB-N-1022-VF-1-NT-22abr21-Camazano-1.jpg 1024w, https://asassobreosmares.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2024/12/A-4-MB-N-1022-VF-1-NT-22abr21-Camazano-1-272x182.jpg 272w, https://asassobreosmares.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2024/12/A-4-MB-N-1022-VF-1-NT-22abr21-Camazano-1-300x200.jpg 300w, https://asassobreosmares.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2024/12/A-4-MB-N-1022-VF-1-NT-22abr21-Camazano-1-768x511.jpg 768w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption id="caption-attachment-1155" class="wp-caption-text">AF-1B N-1022, visto na Base Aérea de Natal, em 2021 (foto: Aparecido Camazano Alamino).</figcaption></figure>
<p><b>Características Técnicas (McDonnell-Douglas A-4MB Skyhawk II)</b></p>
<table class="m" summary="características técnicas da aeronave">
<tbody>
<tr>
<td><i>Motor</i></td>
<td>Um turbojato Pratt &amp; Whitney J52-P-408, de 11.200 lb de empuxo</td>
</tr>
<tr>
<td><i>Capacidade de combustível</i></td>
<td>1.775 l</td>
</tr>
<tr>
<td><i>Envergadura</i></td>
<td>8,25 m</td>
</tr>
<tr>
<td><i>Comprimento</i></td>
<td>12,38 m</td>
</tr>
<tr>
<td><i>Altura</i></td>
<td>4,50 m</td>
</tr>
<tr>
<td><i>Superfície alar</i></td>
<td>24,15 m<sup>2</sup></td>
</tr>
<tr>
<td><i>Peso</i></td>
<td>5.575 kg (vazio)<br />
11.120 kg (máximo)</td>
</tr>
<tr>
<td><i>Distância para decolagem</i></td>
<td>823 m</td>
</tr>
<tr>
<td><i>Velocidade</i></td>
<td>1.037 km/h (máxima, ao nível do mar, com 2.000kg de carga)</td>
</tr>
<tr>
<td><i>Razão de ascensão</i></td>
<td>2.575 m/min</td>
</tr>
<tr>
<td><i>Teto de serviço</i></td>
<td>13.700 m</td>
</tr>
<tr>
<td><i>Alcance</i></td>
<td>982 km com três tanques externos</td>
</tr>
<tr>
<td><i>Armamento</i></td>
<td>2 canhões Colt Mk 12 de 20 mm, com 200 cartuchos cada; mísseis ar-ar AIM-9L Sidewinder, bombas e foguetes até um total de 4.155 kg de carga</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p><b>Vistas laterais</b></p>
<figure id="attachment_1128" aria-describedby="caption-attachment-1128" style="width: 1014px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-large wp-image-1128" src="https://asassobreosmares.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2023/12/af-1_n1001-a-1024x378.png" alt="" width="1024" height="378" srcset="https://asassobreosmares.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2023/12/af-1_n1001-a-1024x378.png 1024w, https://asassobreosmares.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2023/12/af-1_n1001-a-300x111.png 300w, https://asassobreosmares.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2023/12/af-1_n1001-a-768x284.png 768w, https://asassobreosmares.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2023/12/af-1_n1001-a-1536x567.png 1536w, https://asassobreosmares.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2023/12/af-1_n1001-a-2048x756.png 2048w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption id="caption-attachment-1128" class="wp-caption-text">AF-1 N-1001, no 1º padrão de pintura.</figcaption></figure>
<figure id="attachment_1129" aria-describedby="caption-attachment-1129" style="width: 1014px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-large wp-image-1129" src="https://asassobreosmares.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2023/12/af-1_n1001-b-1024x378.png" alt="" width="1024" height="378" srcset="https://asassobreosmares.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2023/12/af-1_n1001-b-1024x378.png 1024w, https://asassobreosmares.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2023/12/af-1_n1001-b-300x111.png 300w, https://asassobreosmares.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2023/12/af-1_n1001-b-768x284.png 768w, https://asassobreosmares.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2023/12/af-1_n1001-b-1536x567.png 1536w, https://asassobreosmares.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2023/12/af-1_n1001-b-2048x756.png 2048w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption id="caption-attachment-1129" class="wp-caption-text">AF-1 N-1001, no 2º padrão de pintura.</figcaption></figure>
<figure id="attachment_1126" aria-describedby="caption-attachment-1126" style="width: 1014px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-large wp-image-1126" src="https://asassobreosmares.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2023/12/af-1a_n1021-1024x378.png" alt="" width="1024" height="378" srcset="https://asassobreosmares.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2023/12/af-1a_n1021-1024x378.png 1024w, https://asassobreosmares.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2023/12/af-1a_n1021-300x111.png 300w, https://asassobreosmares.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2023/12/af-1a_n1021-768x284.png 768w, https://asassobreosmares.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2023/12/af-1a_n1021-1536x567.png 1536w, https://asassobreosmares.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2023/12/af-1a_n1021-2048x756.png 2048w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption id="caption-attachment-1126" class="wp-caption-text">AF-1A N-1021, no 2º padrão de pintura.</figcaption></figure>
<figure id="attachment_1130" aria-describedby="caption-attachment-1130" style="width: 1014px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-large wp-image-1130" src="https://asassobreosmares.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2023/12/af-1_n1004_15anos-1024x378.png" alt="" width="1024" height="378" srcset="https://asassobreosmares.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2023/12/af-1_n1004_15anos-1024x378.png 1024w, https://asassobreosmares.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2023/12/af-1_n1004_15anos-300x111.png 300w, https://asassobreosmares.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2023/12/af-1_n1004_15anos-768x284.png 768w, https://asassobreosmares.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2023/12/af-1_n1004_15anos-1536x567.png 1536w, https://asassobreosmares.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2023/12/af-1_n1004_15anos-2048x756.png 2048w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption id="caption-attachment-1130" class="wp-caption-text">AF-1 N-1004 com a pintura comemorativa ao aniversário de 15 anos do EsqdVF-1.</figcaption></figure>
<figure id="attachment_1127" aria-describedby="caption-attachment-1127" style="width: 1014px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-large wp-image-1127" src="https://asassobreosmares.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2023/12/af-1b_n1008-1024x378.png" alt="" width="1024" height="378" srcset="https://asassobreosmares.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2023/12/af-1b_n1008-1024x378.png 1024w, https://asassobreosmares.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2023/12/af-1b_n1008-300x111.png 300w, https://asassobreosmares.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2023/12/af-1b_n1008-768x284.png 768w, https://asassobreosmares.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2023/12/af-1b_n1008-1536x567.png 1536w, https://asassobreosmares.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2023/12/af-1b_n1008-2048x756.png 2048w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption id="caption-attachment-1127" class="wp-caption-text">AF-1B N-1008, um dos exemplares modernizados, com o novo padrão de pintura adotado após a modernização.</figcaption></figure>
<hr noshade="noshade" size="1" width="40%" />
<p><b>Bibliografia</b></p>
<ol>
<li>Aviação Naval Brasileira. Junho de 2003. <a href="http://www.angelfire.com/space/anb/" target="_top" rel="noopener">http://www.angelfire.com/space/anb/</a>.</li>
<li>&#8220;Carrier Aviation Air Power Directory &#8211; The World&#8217;s Aircraft Carriers and their Aircraft: 1950 &#8211; Present&#8221;. AIRtime Publishing, Norwalk, 2001.</li>
<li>B. Elward. &#8220;McDonnell Douglas A-4 Skyhawk&#8221;. Crowood Aviation Series, Crowood Press, Ramsbury, 2000.</li>
<li>J. Flores Jr., “Aeronaves Militares Brasileiras – 1916 – 2015”, Action Editora, Rio de Janeiro, 2015.</li>
<li>J. Jordan. &#8220;An Illustrated Guide to Modern Naval Aviation and Aircraft Carriers&#8221;. Salamander, London, 1983.</li>
<li>Mais um A-A do VF-1 modernizado pela Embraer. <a href="https://forcaaerea.com.br/mais-um-a-4-do-vf-1-modernizado-pela-embraer/">https://forcaaerea.com.br/mais-um-a-4-do-vf-1-modernizado-pela-embraer/</a>. Visitado em 22/07/2021.</li>
</ol>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
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