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	<title>História &#8211; Asas sobre os mares</title>
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	<description>A história da Aviação Naval da Marinha do Brasil</description>
	<lastBuildDate>Mon, 16 Aug 2021 16:16:56 +0000</lastBuildDate>
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	<title>História &#8211; Asas sobre os mares</title>
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	<item>
		<title>A organização da Aviação Naval em 2021</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rudnei]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 16 Aug 2021 14:29:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[História]]></category>
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					<description><![CDATA[Em 2021, a Aviação Naval da Marinha do Brasil está estruturada com suas unidades e esquadrões subordinados ao Comando da Força Aeronaval, com exceção dos quatro esquadrões de helicópteros de emprego geral subordinados aos 4º, 5º, 6º e 9º Distritos Navais: ComForAerNav – Comando da Força Aeronaval BAeNSPA – Base Aérea Naval de São Pedro ... <a title="A organização da Aviação Naval em 2021" class="read-more" href="https://asassobreosmares.rudnei.cunha.nom.br/2021/08/16/a-organizacao-da-aviacao-naval-2021/" aria-label="Read more about A organização da Aviação Naval em 2021">Ler mais</a>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Em 2021, a Aviação Naval da Marinha do Brasil está estruturada com suas unidades e esquadrões subordinados ao Comando da Força Aeronaval, com exceção dos quatro esquadrões de helicópteros de emprego geral subordinados aos 4º, 5º, 6º e 9º Distritos Navais:</p>
<ul>
<li>ComForAerNav – Comando da Força Aeronaval
<ul>
<li>BAeNSPA – Base Aérea Naval de São Pedro da Aldeia</li>
<li>CIAAN – Centro de Instrução e Adestramento Aeronaval Almirante José Maria do Amaral Oliveira</li>
<li><a href="https://asassobreosmares.rudnei.cunha.nom.br/2021/07/04/primeiro-esquadrao-de-helicopteros-de-esclarecimento-e-ataque-ha-1/">EsqdHA-1</a> – 1° Esquadrão de Helicópteros de Esclarecimento e Ataque</li>
<li><a href="https://asassobreosmares.rudnei.cunha.nom.br/2021/07/04/123/">EsqdHI-1</a> – 1° Esquadrão de Helicópteros de Instrução</li>
<li><a href="https://asassobreosmares.rudnei.cunha.nom.br/2021/07/04/primeiro-esquadrao-de-helicopteros-anti-submarino-esqdhs-1/">EsqdHS-1</a> – 1° Esquadrão de Helicópteros Antissubmarino</li>
<li><a href="https://asassobreosmares.rudnei.cunha.nom.br/2021/07/04/primeiro-esquadrao-de-helicopteros-de-emprego-geral-esqdhu-1/">EsqdHU-1</a> – 1° Esquadrão de Helicópteros de Emprego Geral</li>
<li><a href="https://asassobreosmares.rudnei.cunha.nom.br/2021/07/04/segundo-esquadrao-de-helicopteros-de-emprego-geral-esqdhu-2/">EsqdHU-2</a> – 2° Esquadrão de Helicópteros de Emprego Geral</li>
<li><a href="https://asassobreosmares.rudnei.cunha.nom.br/2021/07/04/primeiro-esquadrao-de-avioes-de-interceptacao-e-ataque-esqdvf-1/">EsqdVF-1</a> – 1° Esquadrão de Aviões de Interceptação e Ataque</li>
<li><a href="https://asassobreosmares.rudnei.cunha.nom.br/2021/07/18/primeiro-esquadrao-de-aeronaves-remotamente-pilotadas-esqdqe-1/">EsqdQE-1</a> – 1° Esquadrão de Aeronaves Remotamente Pilotadas</li>
<li>CeIMSPA – Centro de Intendência em São Pedro da Aldeia</li>
<li>PNSPA – Policlínica Naval de São Pedro da Aldeia</li>
<li>GAerNavMan – Grupo Aéreo Naval de Manutenção</li>
</ul>
</li>
<li>4º Distrito Naval
<ul>
<li><a href="https://asassobreosmares.rudnei.cunha.nom.br/2021/07/18/primeiro-esquadrao-de-helicopteros-de-emprego-geral-do-norte-esqdhu-41/">EsqdHU-41</a> – 1º Esquadrão de Helicópteros de Emprego Geral do Norte</li>
</ul>
</li>
<li>5º Distrito Naval
<ul>
<li><a href="https://asassobreosmares.rudnei.cunha.nom.br/2021/07/04/primeiro-esquadrao-de-helicopteros-de-emprego-geral-do-sul-esqdhu-51/">EsqdHU-51</a> – 1º Esquadrão de Helicópteros de Emprego Geral do Sul</li>
</ul>
</li>
<li>6º Distrito Naval
<ul>
<li><a href="https://asassobreosmares.rudnei.cunha.nom.br/2021/07/04/primeiro-esquadrao-de-helicopteros-de-emprego-geral-do-oeste-esqdhu-61/">EsqdHU-61</a> – 1º Esquadrão de Helicópteros de Emprego Geral do Oeste</li>
</ul>
</li>
<li>9º Distrito Naval
<ul>
<li><a href="https://asassobreosmares.rudnei.cunha.nom.br/2021/07/04/primeiro-esquadrao-de-helicopteros-de-emprego-geral-do-noroeste-esqdhu-91/">EsqdHU-91</a> &#8211; 1º Esquadrão de Helicópteros de Emprego Geral do Noroeste</li>
</ul>
</li>
</ul>
<figure id="attachment_1065" aria-describedby="caption-attachment-1065" style="width: 1014px" class="wp-caption aligncenter"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="size-large wp-image-1065" src="https://asassobreosmares.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/08/Estrutura-Organizacional-da-Aviacao-Naval-da-Marinha-do-Brasil-2021-1024x340.png" alt="" width="1024" height="340" srcset="https://asassobreosmares.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/08/Estrutura-Organizacional-da-Aviacao-Naval-da-Marinha-do-Brasil-2021-1024x340.png 1024w, https://asassobreosmares.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/08/Estrutura-Organizacional-da-Aviacao-Naval-da-Marinha-do-Brasil-2021-300x100.png 300w, https://asassobreosmares.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/08/Estrutura-Organizacional-da-Aviacao-Naval-da-Marinha-do-Brasil-2021-768x255.png 768w, https://asassobreosmares.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/08/Estrutura-Organizacional-da-Aviacao-Naval-da-Marinha-do-Brasil-2021.png 1445w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption id="caption-attachment-1065" class="wp-caption-text">De acordo com https://www.marinha.mil.br/estrutura-organizacional</figcaption></figure>
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			</item>
		<item>
		<title>A organização da Aviação Naval de 1926 a 1941</title>
		<link>https://asassobreosmares.rudnei.cunha.nom.br/2021/08/13/a-organizacao-da-aviacao-naval-de-1926-a-1941/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rudnei]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 13 Aug 2021 12:58:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[História]]></category>
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					<description><![CDATA[1926-1941 A Aviação Naval, no seu período inicial, foi organizada de diferentes maneiras, fruto da evolução da doutrina de emprego, da aquisição de novas aeronaves e das contingências de manutenção e suprimento, como se pode observar a seguir: 1926: Subordinadas à Diretoria de Aeronáutica: Flotilha de Caça, com três esquadrilhas, equipadas com o Sopwith 7F1. ... <a title="A organização da Aviação Naval de 1926 a 1941" class="read-more" href="https://asassobreosmares.rudnei.cunha.nom.br/2021/08/13/a-organizacao-da-aviacao-naval-de-1926-a-1941/" aria-label="Read more about A organização da Aviação Naval de 1926 a 1941">Ler mais</a>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h3>1926-1941</h3>
<p>A Aviação Naval, no seu período inicial, foi organizada de diferentes maneiras, fruto da evolução da doutrina de emprego, da aquisição de novas aeronaves e das contingências de manutenção e suprimento, como se pode observar a seguir:</p>
<ul>
<li><strong>1926</strong>:</li>
</ul>
<p style="padding-left: 40px;">Subordinadas à <strong>Diretoria de Aeronáutica</strong>:</p>
<ul>
<li style="list-style-type: none;">
<ul>
<li><strong>Flotilha de Caça</strong>, com três esquadrilhas, equipadas com o Sopwith 7F1. Snipe;</li>
<li><strong>Flotilha de Reconhecimento</strong>, com três esquadrilhas, equipadas com o Ansaldo SVA-10;</li>
<li><strong>Flotilha de Bombardeio</strong>, com três esquadrilhas, equipadas com o Curtiss F-5L;</li>
<li><strong>Flotiha de Instrução</strong>, com três esquadrilhas:
<ul>
<li>1ª Esquadrilha (hidroaviões Curtiss N9H)</li>
<li>2ª Esquadrilha (aerobotes Curtiss MF)</li>
<li>3ª Esquadrilha (Avro 504K e Curtiss JN-4D)</li>
</ul>
</li>
</ul>
</li>
</ul>
<ul>
<li><strong>1928</strong>:</li>
</ul>
<p style="padding-left: 40px;">Subordinadas à <strong>Diretoria de Aeronáutica</strong>:</p>
<ul>
<li style="list-style-type: none;">
<ul>
<li><strong>Flotilha de Caça</strong>, com uma esquadrilha;</li>
<li><strong>Flotilha de Reconhecimento</strong>, com três esquadrilhas, equipadas com o Ansaldo SVA-10;</li>
<li><strong>Flotilha de Bombardeio</strong>, com duas esquadrilhas, equipadas com o Curtiss F-5L;</li>
<li><strong>Flotiha de Instrução</strong>, com três esquadrilhas:
<ul>
<li>1ª Esquadrilha (Avro 504K)</li>
<li>2ª Esquadrilha (Curtiss MF)</li>
<li>3ª Esquadrilha (Curtiss JN-4D)</li>
</ul>
</li>
</ul>
</li>
</ul>
<ul>
<li><strong>1929</strong>:</li>
</ul>
<p style="padding-left: 40px;">Em 1/08/1929, foi criada a <strong>Força Aérea Naval</strong>, a qual era composta por quatro Flotilhas e essas, por sua vez, compostas por Divisões:</p>
<ul>
<li style="list-style-type: none;">
<ul>
<li><strong>1ª Flotilha (Caça):</strong>
<ul>
<li>1ª Divisão</li>
</ul>
</li>
<li><strong>2ª Flotilha (Reconhecimento):</strong>
<ul>
<li>1ª Divisão</li>
<li>2ª Divisão</li>
</ul>
</li>
<li><strong>3ª Flotilha (Bombardeio):</strong>
<ul>
<li>1ª Divisão</li>
<li>2ª Divisão</li>
</ul>
</li>
<li><strong>4ª Flotiha (Instrução):</strong>
<ul>
<li>1ª Divisão (Avro 504K)</li>
<li>2ª Divisão (Consolidated)</li>
<li>3ª Divisão (Curtiss JN-4D)</li>
<li>4ª Divisão (Curtiss MF)</li>
</ul>
</li>
</ul>
</li>
</ul>
<ul>
<li><strong>1932</strong>:</li>
</ul>
<p style="padding-left: 40px;">Esse foi um ano no qual ocorreram várias modificações na organização da Aviação Naval. O Decreto nº 21.139, de 10/03/1932, criou a Flotilha Mista Independente de Aviões de Patrulha, composta pelos hidroaviões <a href="https://asassobreosmares.rudnei.cunha.nom.br/2021/08/05/savoia-marchetti-sm-55a/">Savoia-Marchetti SM.55A</a> e <a href="https://asassobreosmares.rudnei.cunha.nom.br/2021/08/05/martin-pm-1b-p1m/">Martin PM-1B</a>. Essa flotilha foi dissolvida pelo Decreto nº 21.542, de 16/06/1932.</p>
<p style="padding-left: 40px;">O Decreto nº 21.543, de 15/06/1932, criou a Força Aérea da Defesa do Litoral.</p>
<p style="padding-left: 40px;">A eclosão da Revolução Constitucionalista, em 9/07/1932, fez com que o governo brasileiro adquirisse às pressas diferentes tipos de aeronaves militares, as quais só chegaram ao Brasil entre fins de outubro e dezembro daquele ano, após o término do conflito.</p>
<p style="padding-left: 40px;">O Decreto nº 21.681, de 28/07/1932, aprovou as bases para a reorganização da Aviação Naval, mas com a revolução em andamento, as mudanças só foram feitas ao final do ano, com o recebimento dos novos tipos de aeronaves.</p>
<p style="padding-left: 40px;">O Aviso nº 2.894, de 10/11/1932, criou as Divisões de Patrulha, de Observação, de Treinamento e de Instrução, e o Boletim nº 46, de 17/11/1932, organizou a Defesa Aérea do Litoral. Também foi criada a Força Aérea da Esquadra.</p>
<ul>
<li style="list-style-type: none;">
<ul>
<li><strong>Defesa Aérea do Litoral, </strong>composta por seis Divisões:
<ul>
<li>1ª Divisão de Caça (1ª DC), Rio de Janeiro (RJ): seis <a href="https://asassobreosmares.rudnei.cunha.nom.br/2021/07/18/boeing-256-c1b/">Boeing 256</a>.</li>
<li>2ª Divisão de Observação (2ª DO), Rio de Janeiro (RJ): seis <a href="https://asassobreosmares.rudnei.cunha.nom.br/2021/08/06/vought-v-66b-corsair/">Vought V-66B Corsário</a>.</li>
<li>1ª Divisão de Esclarecimento e Bombardeio (1ª DEB), Ladário (MS): cinco <a href="https://asassobreosmares.rudnei.cunha.nom.br/2021/08/11/fairey-gordon-e1f/">Fairey Gordon</a>.</li>
<li>2ª Divisão de Esclarecimento e Bombardeio (2ª DEB), Porto Alegre (RS): cinco Fairey Gordon.</li>
<li>3ª Divisão de Esclarecimento e Bombardeio (3ª DEB), Florianópolis (SC): cinco Fairey Gordon.</li>
<li>4ª Divisão de Esclarecimento e Bombardeio (4ª DEB), Rio de Janeiro (RJ): cinco Fairey Gordon (criada pelo Aviso nº 59, de 5/01/1933).</li>
</ul>
</li>
<li><strong>Força Aérea da Esquadra</strong>, composta por cinco Divisões, todas com sede no Rio de Janeiro (RJ):
<ul>
<li>1ª Divisão de Patrulha (1ª DP): cinco Savoia-Marchetti SM.55A e dois Martin PM-1B.</li>
<li>1ª Divisão de Observação (1ª DO): quatro Vought O2U-2A Corsário e dois Vought V-66B Corsário.</li>
<li>1ª Divisão de Treinamento (1ª DT): oito Waco CSO.</li>
<li>1ª Divisão de Instrução (1ª DI): de Havilland D.H. 60T Moth Trainer e <a href="https://asassobreosmares.rudnei.cunha.nom.br/2021/08/09/de-havilland-d-h-83-fox-moth-i3h/">de Havilland D.H. 83 Fox Moth</a> (Escola de Aviação Naval).</li>
</ul>
</li>
</ul>
</li>
</ul>
<ul>
<li><strong>1933</strong>:</li>
</ul>
<p style="padding-left: 40px;">O Decreto nº 22.570, de 23/03/1933, reorganizou a Defesa Aérea do Litoral, criando cinco Setores Aéreos:</p>
<ul>
<li style="list-style-type: none;">
<ul>
<li>Setor Aéreo Norte: comando sediado na Base de Aviação Naval de Belém (Pará)</li>
<li>Setor Aéreo Nordeste:</li>
<li>Setor Aéreo Centro: comando sediado no Centro de Aviação Naval do Rio de Janeiro;</li>
<li>Setor Aéreo Sul: comando sediado no Centro de Aviação Naval de Santa Catarina (Florianópolis);</li>
<li>Setor Aéreo Sudeste: comando sediado na Base de Aviação Naval de Ladário (Mato Grosso).</li>
</ul>
</li>
</ul>
<p style="padding-left: 40px;">No dia 11/09/1933, foram emitidos três avisos ministeriais que reorganizaram várias unidades:</p>
<ul>
<li style="list-style-type: none;">
<ul>
<li>O Aviso nº 3.450 dissolveu as quatro divisões de Esclarecimento e Bombardeio;</li>
<li>O Aviso nº 3.453 criou 1ª Flotilha de Aviões de Esclarecimento e Bombardeio (1ª FAEB), composta pelas suas 1ª e 2ª Esquadrilhas, cada uma delas com três seções. Essas seções foram distribuídas entre a Força Aérea da Esquadra, Defesa Aérea do Litoral, Centro de Aviação Naval de Santa Catarina, Base de Aviação Naval de Ladário e Base de Aviação Naval de Rio Grande (no Rio Grande do Sul);</li>
<li>O Aviso nº 3.455 criou a 1ª Flotilha de Observação, incorporada à Defesa Aérea do Litoral e composta pela 1ª Divisão Aérea de Observação (1ª DAO);</li>
<li>O Aviso nº 3.457 criou a 1ª Flotilha de Bombardeio e Patrulha, incorporada à Força Aérea da Esquadra.</li>
</ul>
</li>
</ul>
<p style="padding-left: 40px;">Em outubro de 1933, foi criada a 2ª Divisão Aérea de Observação (2ª DAO).</p>
<ul>
<li><strong>1934</strong>:</li>
</ul>
<p style="padding-left: 40px;">Através do Aviso nº 769, de 22/03/1934, o Centro de Aviação Naval de Santa Catarina foi designado como sede da 1ª DAO.</p>
<p style="padding-left: 40px;">No dia 12/04/1934, a 1ª DAO foi transferida para o Centro de Aviação Naval do Rio de Janeiro, e a 2ª DAO passou a ser sediada no Centro de Aviação Naval de Santa Catarina.</p>
<ul>
<li><strong>1935</strong>:</li>
</ul>
<p style="padding-left: 40px;">O Decreto nº 232, de 12/07/1935, dá novo Regulamento Geral para a Aviação Naval, a qual passa a ser constituída por:</p>
<ul>
<li style="list-style-type: none;">
<ul>
<li>Diretoria de Aeronáutica;</li>
<li>Força Aérea da Marinha, composta pelo Serviço Aéreo da Esquadra (SAE) e do Serviço Aéreo nas Bases (SAB);</li>
<li>Escola de Aviação Naval;</li>
<li>Oficinas de Aviação Naval;</li>
<li>Almoxarifado de Aviação Naval;</li>
<li>Bases de Aviação Naval;</li>
<li>Serviços Especiais de Aviação.</li>
</ul>
</li>
</ul>
<figure id="attachment_1053" aria-describedby="caption-attachment-1053" style="width: 1014px" class="wp-caption aligncenter"><img decoding="async" class="size-large wp-image-1053" src="https://asassobreosmares.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/08/Estrutura-Organizacional-da-Aviacao-Naval-da-Marinha-de-Guerra-1935-1024x358.png" alt="" width="1024" height="358" srcset="https://asassobreosmares.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/08/Estrutura-Organizacional-da-Aviacao-Naval-da-Marinha-de-Guerra-1935-1024x358.png 1024w, https://asassobreosmares.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/08/Estrutura-Organizacional-da-Aviacao-Naval-da-Marinha-de-Guerra-1935-300x105.png 300w, https://asassobreosmares.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/08/Estrutura-Organizacional-da-Aviacao-Naval-da-Marinha-de-Guerra-1935-768x269.png 768w, https://asassobreosmares.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/08/Estrutura-Organizacional-da-Aviacao-Naval-da-Marinha-de-Guerra-1935.png 1417w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption id="caption-attachment-1053" class="wp-caption-text">Conforme o disposto no Decreto nº 232, de 12 de julho de 1935.</figcaption></figure>
<p style="padding-left: 40px;">O Decreto nº 299, de 15/08/1935, dá novo regulamento à Força Aérea da Marinha. Nesse decreto, foi estabelecido que:</p>
<ul>
<li style="list-style-type: none;">
<ul>
<li>O Serviço Aéreo da Esquadra era composto por:
<ul>
<li>Unidades aéreas embarcadas: aviões de observação a bordo dos navios da Marinha de Guerra;</li>
<li>Unidades aéreas de cooperação, denominadas de &#8220;Força Aérea de Cooperação com a Esquadra&#8221; (F.A.C.): aeronaves destacadas anualmente pela Diretoria de Aeronáutica para o serviço de cooperação com a Esquadra.</li>
</ul>
</li>
<li>O Serviço Aéreo nas Bases
<ul>
<li>Unidades aéreas do litoral, ou &#8220;Força Aérea de Defesa do Litoral&#8221; (F.A.L.), abrangendo todos os aviões destinados às operações militares de defesa aérea de litoral;</li>
<li>Unidades Aéreas das Bases, abrangendo o agrupamento de aviões organizado em cada Base, com o fim de facilitar o treinamento dos pilotos e atender aos serviços locais;</li>
<li>Unidades Aéreas de Instrução, abrangendo o agrupamento de aviões destinado ao ensino de pilotagem na Escola de Aviação Naval;</li>
<li>Unidades Aéreas em Serviços Especiais, abrangendo aviões ou agrupamento de aviões destinados aos serviços especiais de voo, não previstos acima.</li>
</ul>
</li>
</ul>
</li>
</ul>
<p style="padding-left: 40px;">Devido à baixa disponibilidade que afetava praticamente todos os meios aéreos disponíveis na Aviação Naval, entre 1933 e 1934, foi criado o 1º Grupo Misto de Combate, Observação e Patrulha em novembro de 1935, sediado no Rio de Janeiro e fundindo as aeronaves e tripulações da 1ª Divisão Aérea de Patrulha (pertencente à Força Aérea da Esquadra) e de duas divisões da Defesa Aérea do Litoral (Centro), a 2ª Divisão de Aviões de Observação e 1ª Divisão de Caça. O 1º GMCOP foi organizado no primeiro trimestre de 1936.</p>
<ul>
<li><strong>1937</strong>:</li>
</ul>
<p style="padding-left: 40px;">Em março de 1937, o 1º GMCOP foi extinto. Em seu lugar, foi criado o 1º Grupo de Observação e Caça, equipado com os Boeing 256 e Vought V-66B Corsair II.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="padding-left: 40px;">
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>História da Aviação Naval Brasileira &#8211; 2020 até a atualidade</title>
		<link>https://asassobreosmares.rudnei.cunha.nom.br/2021/08/11/historia-da-aviacao-naval-brasileira-2020-ate-a-atualidade/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rudnei]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 11 Aug 2021 23:55:24 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[História]]></category>
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					<description><![CDATA[Operação de Aeronaves Remotamente Pilotadas Em 12 de novembro de 2020, o PHM &#8220;Atlântico&#8221; (A-140) foi redesignado como Navio-Aeródromo Multipropósito (NAM) &#8220;Atlântico&#8221; (A-140), refletindo a sua capacidade de operar não só helicópteros, mas também aeronaves remotamente tripuladas (ARP) de asa fixa e aeronaves turboélice de asa fixa de pouso vertical. Em 2021, foi criado o ... <a title="História da Aviação Naval Brasileira &#8211; 2020 até a atualidade" class="read-more" href="https://asassobreosmares.rudnei.cunha.nom.br/2021/08/11/historia-da-aviacao-naval-brasileira-2020-ate-a-atualidade/" aria-label="Read more about História da Aviação Naval Brasileira &#8211; 2020 até a atualidade">Ler mais</a>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Operação de Aeronaves Remotamente Pilotadas</strong></p>
<p>Em 12 de novembro de 2020, o PHM &#8220;Atlântico&#8221; (A-140) foi redesignado como <a href="https://asassobreosmares.rudnei.cunha.nom.br/2021/07/04/navio-aerodromo-multiproposito-atlantico-a-140/">Navio-Aeródromo Multipropósito (NAM) &#8220;Atlântico&#8221; (A-140)</a>, refletindo a sua capacidade de operar não só helicópteros, mas também aeronaves remotamente tripuladas (ARP) de asa fixa e aeronaves turboélice de asa fixa de pouso vertical.</p>
<p>Em 2021, foi criado o <a href="https://asassobreosmares.rudnei.cunha.nom.br/2021/07/18/primeiro-esquadrao-de-aeronaves-remotamente-pilotadas-esqdqe-1/">1º Esquadrão de Aeronaves Remotamente Pilotadas &#8211; EsqdQE-1</a>, o qual irá operar as ARP Embarcadas Boeing Insitu ScanEagle.</p>
<p>Começa, assim, a 5ª Fase da História da Aviação Naval da Marinha do Brasil!</p>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>História da Aviação Naval Brasileira &#8211; 1998 a 2018</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rudnei]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 19 Jul 2021 22:18:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[História]]></category>
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					<description><![CDATA[A operação de aeronaves de asa fixa Com os estudos realizados a partir de 1996 para a aquisição de aeronaves de asa fixa para a Aviação Naval, a Marinha optou pelos caças McDonnell-Douglas TA/A-4KU Skyhawk II, oriundos do Kuwait. A assinatura do Decreto nº 2.538, de 08 de abril de 1998, deu o embasamento legal ... <a title="História da Aviação Naval Brasileira &#8211; 1998 a 2018" class="read-more" href="https://asassobreosmares.rudnei.cunha.nom.br/2021/07/19/historia-da-aviacao-naval-brasileira-1998-a-2018/" aria-label="Read more about História da Aviação Naval Brasileira &#8211; 1998 a 2018">Ler mais</a>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><b>A operação de aeronaves de asa fixa</b></p>
<p>Com os estudos realizados a partir de 1996 para a aquisição de aeronaves de asa fixa para a Aviação Naval, a Marinha optou pelos caças <a href="https://asassobreosmares.rudnei.cunha.nom.br/2021/07/18/mcdonnell-douglas-a-4mb-skyhawk-ii-af-1-af-1a-af-1b/">McDonnell-Douglas TA/A-4KU Skyhawk II</a>, oriundos do Kuwait. A assinatura do Decreto nº 2.538, de 08 de abril de 1998, deu o embasamento legal para que tais aeronaves fossem adquiridas.</p>
<p>Um total de 20 aeronaves A-4KU (monoplace) e 03 aeronaves TA-4KU (biplace) foram adquiridas, as quais foram transportadas por via marítima e chegaram ao Brasil em 05 de setembro de 1998. Para operá-las, foi criado o <a href="https://asassobreosmares.rudnei.cunha.nom.br/2021/07/04/primeiro-esquadrao-de-avioes-de-interceptacao-e-ataque-esqdvf-1/">Primeiro Esquadrão de Aviões de Interceptação e Ataque</a> (EsqdVF-1), no dia 02 de outubro de 1998.</p>
<p><b>O Navio-Aeródromo &#8220;São Paulo&#8221;</b></p>
<p>Em 2000, foi adquirido da França o porta-aviões &#8220;Foch&#8221;, da classe Clemenceau. No dia 15 de novembro de 2001, foi incorporado à Marinha do Brasil como <a href="https://asassobreosmares.rudnei.cunha.nom.br/2021/07/04/navio-aerodromo-sao-paulo-a-12/">Navio-Aeródromo &#8220;São Paulo&#8221; (A-12)</a>.</p>
<p>O NAe &#8220;São Paulo&#8221; acabou sendo pouco utilizado, e o incêndio ocorrido a bordo em 2012, apenas dois anos após ter passado por um processo de modernização que durou longos cinco anos, acabou por fazer com que fosse desativado, em 22 de novembro de 2018.</p>
<p><strong>O Porta-Helicópteros Multipropósito &#8220;Atlântico&#8221;</strong></p>
<p>Em 29 de junho de 2018, a Marinha do Brasil incorporou à Esquadra o <a href="https://asassobreosmares.rudnei.cunha.nom.br/2021/07/04/navio-aerodromo-multiproposito-atlantico-a-140/">Porta-Helicópteros Multipropósito (PHM) &#8220;Atlântico&#8221; (A-140)</a>, ex-HMS Ocean britânico.</p>
<hr noshade="noshade" size="1" width="40%" />
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>História da Aviação Naval Brasileira &#8211; 1965 a 1998</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rudnei]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 19 Jul 2021 22:16:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[História]]></category>
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					<description><![CDATA[A Aviação Naval &#8211; a era dos helicópteros Com a transferência dos seis helicópteros Sikorsky SH-34G da FAB para a Marinha de Guerra, em função do Decreto nº 55.627, a partir de 20 de abril de 1965 iniciou-se a instrução terrestre ao pessoal da Aviação Naval que operariam os SH-34J; no mês seguinte, iniciou-se a ... <a title="História da Aviação Naval Brasileira &#8211; 1965 a 1998" class="read-more" href="https://asassobreosmares.rudnei.cunha.nom.br/2021/07/19/historia-da-aviacao-naval-brasileira-1965-a-1998/" aria-label="Read more about História da Aviação Naval Brasileira &#8211; 1965 a 1998">Ler mais</a>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><b>A Aviação Naval &#8211; a era dos helicópteros</b></p>
<p>Com a transferência dos seis helicópteros <a href="https://asassobreosmares.rudnei.cunha.nom.br/2021/07/18/sikorsky-hss-1-seahorse-sh-34g/">Sikorsky SH-34G</a> da FAB para a Marinha de Guerra, em função do Decreto nº 55.627, a partir de 20 de abril de 1965 iniciou-se a instrução terrestre ao pessoal da Aviação Naval que operariam os SH-34J; no mês seguinte, iniciou-se a instrução aérea. No dia 28 de maio, foi ativado o <a href="https://asassobreosmares.rudnei.cunha.nom.br/2021/07/04/primeiro-esquadrao-de-helicopteros-anti-submarino-esqdhs-1/">Primeiro Esquadrão de Helicópteros Anti-Submarino</a> (EsqdHS-1); no dia 7 de julho, dois SH-34G foram transladados em voo para São Pedro d&#8217;Aldeia.</p>
<p>O próximo tipo de helicóptero a ser empregado pela Aviação Naval foi o <a href="https://asassobreosmares.rudnei.cunha.nom.br/2021/07/18/westland-wasp-has-mk-1-sh-2/">Westland Wasp HAS.1</a>, a partir de 1965, pelo <a href="https://asassobreosmares.rudnei.cunha.nom.br/2021/07/04/primeiro-esquadrao-de-helicopteros-de-emprego-geral-esqdhu-1/">EsqdHU-1</a>. Apesar de pequeno, era capaz de realizar ataques vetorados a submarinos. Na verdade, seu pequeno tamanho permitiu que o esquadrão EsqdHU-1 os operasse a bordo dos contratorpedeiros Classe Marcílio Dias, o que aumentou a capacidade operacional da Aviação Naval.</p>
<p>No ano seguinte, três helicópteros <a href="https://asassobreosmares.rudnei.cunha.nom.br/2021/07/18/westland-ws-55-whirlwind-srs-3-sh-3-uh-5/">Westland WS-55 Whirlwind Srs.3B</a>, dotados de motores turboeixo, foram recebidos e entregues ao esquadrão EsqdHU-1. Juntamente com os cinco WS-55 Srs.1 já em uso pelo esquadrão, dotados de motores a pistão, os Whirlwind destacaram-se pelas missões humanitárias, salvando inúmeras vidas postas em perigo por enchentes, tanto no Brasil como na Argentina.</p>
<p>Em 1970, chegaram ao Brasil quatro helicópteros antissubmarino <a href="https://asassobreosmares.rudnei.cunha.nom.br/2021/07/18/sikorsky-sh-3d-sh-3h-sea-king-sh-3d-sh-3b-e-agusta-sikorsky-ash-3h-sh-3a/">Sikorsky SH-3D</a>, os quais substituíram os SH-34G em serviço no EsqdHS-1. Outros dois seriam entregues em 1972.</p>
<p>Em 1973, chegaram 18 helicópteros <a href="https://asassobreosmares.rudnei.cunha.nom.br/2021/07/18/bell-206b-2-jet-ranger-ii-ih-6-ih-6a-e-bell-206b-3-jet-ranger-iii-ih-6b/">Bell 206B Jet Ranger II</a>, dez dos quais substituíram os Hughes 269A no esquadrão <a href="https://asassobreosmares.rudnei.cunha.nom.br/2021/07/04/123/">EsqdHI-1</a>; os restantes oito foram distribuídos ao esquadrão HU-1.</p>
<p>Com a entrada em serviço das fragatas Classe Niterói, a Marinha do Brasil adquiriu, em 1975, nove helicópteros <a href="https://asassobreosmares.rudnei.cunha.nom.br/2021/07/06/gkn-westland-has-21a-super-lynx-ah-11a-ah-11b/">Westland HAS.21 Sea Lynx</a> para operar a bordo daquelas fragatas. Para operar os novos helicópteros, foi formado o <a href="https://asassobreosmares.rudnei.cunha.nom.br/2021/07/04/primeiro-esquadrao-de-helicopteros-de-esclarecimento-e-ataque-ha-1/">Primeiro Esquadrão de Helicópteros de Esclarecimento e Ataque Anti-Submarino</a> (EsqdHA-1).</p>
<p>Em 24 de julho de 1979, foi criado o Destacamento Aéreo Embarcado da Flotilha do Amazonas, com três helicópteros Bell 206B Jet Ranger II e pessoal oriundos do esquadrão EsqdHU-1.</p>
<p>Em 1980, entraram em serviço no esquadrão EsqdHU-1 os helicópteros <a href="https://asassobreosmares.rudnei.cunha.nom.br/2021/07/18/helibras-hb-350b-esquilo-uh-12/">Helibrás HB.350 Esquilo</a>, os quais foram utilizados lado a lado aos veteranos Wasp HAS.1, até que esses foram retirados de serviço, em 1991.</p>
<p>No dia 7 de janeiro de 1983, foi realizado o primeiro voo de um helicóptero brasileiro na Antártica, com um Wasp HAS.1 decolando a bordo do Navio-Apoio Oceanográfico &#8220;Barão de Teffé&#8221; (H-42).</p>
<p>Em 1985, a fim de aumentar a capacidade de transporte e apoio aos meios de superfície e tropas, a Marinha adquiriu seis helicópteros franceses <a href="https://asassobreosmares.rudnei.cunha.nom.br/2021/07/18/aerospatiale-as-332f1-super-puma-uh-14/">Aeróspatiale AS.332F1 Super Puma</a>, os quais equiparam um novo esquadrão, o <a href="https://asassobreosmares.rudnei.cunha.nom.br/2021/07/04/segundo-esquadrao-de-helicopteros-de-emprego-geral-esqdhu-2/">Segundo Esquadrão de Helicópteros de Emprego Geral</a>.</p>
<p>Em 1994, foi criado o <a href="https://asassobreosmares.rudnei.cunha.nom.br/2021/07/04/primeiro-esquadrao-de-helicopteros-de-emprego-geral-do-noroeste-esqdhu-91/">Terceiro Esquadrão de Helicópteros de Emprego Geral</a> (EsqdHU-3), sediado em Manaus &#8211; AM.</p>
<p>Em 1995, foi criado o <a href="https://asassobreosmares.rudnei.cunha.nom.br/2021/07/04/primeiro-esquadrao-de-helicopteros-de-emprego-geral-do-oeste-esqdhu-61/">Quarto Esquadrão de Helicópteros de Emprego Geral</a> (EsqdHU-4), sediado em Ladário &#8211; MS.</p>
<p>Em 1996, iniciaram-se os primeiros passos para o restabelecimento do uso de aeronaves de asa fixa pela Marinha, com base nos termos da Lei Complementar nº 069/91, a qual dispunha sobre o preparo e o emprego das Forças Armadas.</p>
<p>Em 1998, foi criado o <a href="https://asassobreosmares.rudnei.cunha.nom.br/2021/07/04/primeiro-esquadrao-de-helicopteros-de-emprego-geral-do-sul-esqdhu-51/">Quinto Esquadrão de Helicópteros de Emprego Geral</a> (EsqdHU-5), sediado em Rio Grande &#8211; RS.</p>
<hr noshade="noshade" size="1" width="40%" />
<p><b>Bibliografia</b></p>
<ol>
<li>J. Flores Jr., &#8220;Aviação Naval Brasileira&#8221;, Action Editora, Rio de Janeiro, 1995.</li>
</ol>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>História da Aviação Naval Brasileira &#8211; 1952 a 1965</title>
		<link>https://asassobreosmares.rudnei.cunha.nom.br/2021/07/19/historia-da-aviacao-naval-brasileira-1952-a-1965/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rudnei]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 19 Jul 2021 22:15:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[História]]></category>
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					<description><![CDATA[A criação da Diretoria de Aeronáutica da Marinha Durante a IIª Guerra Mundial, a Marinha de Guerra ficou desprovida de meios aéreos sob o seu controle, desde a extinção da Aviação Naval, em 1941. Como ficou patente naquele conflito, o porta-aviões passou a ser o principal meio de superfície, desbancando o encouraçado. A fim de ... <a title="História da Aviação Naval Brasileira &#8211; 1952 a 1965" class="read-more" href="https://asassobreosmares.rudnei.cunha.nom.br/2021/07/19/historia-da-aviacao-naval-brasileira-1952-a-1965/" aria-label="Read more about História da Aviação Naval Brasileira &#8211; 1952 a 1965">Ler mais</a>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><b>A criação da Diretoria de Aeronáutica da Marinha</b></p>
<p>Durante a IIª Guerra Mundial, a Marinha de Guerra ficou desprovida de meios aéreos sob o seu controle, desde a extinção da Aviação Naval, em 1941. Como ficou patente naquele conflito, o porta-aviões passou a ser o principal meio de superfície, desbancando o encouraçado.</p>
<p>A fim de remediar tal situação, em 1952 foi criada a Diretoria de Aeronáutica da Marinha (DAerM), com a responsabilidade de coordenar as atividades relativas à aviação embarcada.</p>
<p><b>A criação do Centro de Instrução e Adestramento Aeronaval</b></p>
<p>Em 1955, foi criado o Centro de Instrução e Adestramento Aeronaval (CIAAN), com a finalidade de ministrar cursos versando sobre operações aeronavais para pessoal da Marinha de Guerra e da Força Aérea Brasileira. Um dos primeiros cursos foi o de formação de Observador Aéreo Naval, cuja parte teórica iniciou em 1º de março de 1956. Já a parte prática foi realizada junto ao Aeroclube do Brasil, durante a qual os oficiais participantes do curso receberam instrução de voo nas aeronaves do Aeroclube.</p>
<p><b>A instrução aeronaval no exterior</b></p>
<p>Ao mesmo tempo em que o CIAAN era criado, a Marinha enviou aos EUA oficiais para receberem instrução de voo em aeronaves de asas rotativas, junto à US Navy. Além disso, oficiais e graduados foram enviados aos EUA para receberam treinamento para manutenção de aeronaves e seus sistemas.</p>
<p><b>A aquisição do primeiro porta-aviões</b></p>
<p>Em dezembro de 1956 foi adquirido, do governo britânico, o porta-aviões leve da Classe Colossus, HMS Vengeance. Esse porta-aviões foi enviado aos estaleiros Verolme, na Holanda, em julho de 1957 para passar por um processo de modernização, cuja principal modificação consistia na adição de um convés de voo em ângulo, a 8,5°, instalação de catapulta e mecanismo de parada. Também a ilha foi modificada e outros sistemas, e finalmente, em 6 de dezembro de 1960, o <a href="https://asassobreosmares.rudnei.cunha.nom.br/2021/07/04/navio-aerodromo-leve-minas-gerais-a-11/">Navio-Aeródromo Leve &#8220;Minas Gerais&#8221; (A-11)</a> foi incorporado à Marinha de Guerra, chegando ao Brasil no início de 1961.</p>
<p><b>Os primeiros helicópteros da Aviação Naval</b></p>
<p>Em meados de 1958 chegaram dois <a href="https://asassobreosmares.rudnei.cunha.nom.br/2021/07/19/westland-ws-51-2-widgeon-huw-uh-1/">Westland WS-51 Widgeon Mk.2</a>, os quais foram utilizados pelo CIAAN para instrução de pilotagem dos oficiais que haviam concluído o Curso de Observador Aéreo Naval. Também no mesmo ano chegaram dois Kawasaki-Bell 47G, adquiridos juntamente com os navios-hidrográficos &#8220;Sirius&#8221; e &#8220;Canopus&#8221;. Ainda em 1958, chegaram três Bell 47J. Assim, ao final de 1958 o CIAAN dispunha de sete helicópteros, os quais foram empregados em inúmeras tarefas, além da instrução de pilotagem.</p>
<p><b>A Força Aérea Naval</b></p>
<p>No dia 5 de junho de 1961, através do Aviso Ministerial nº 1.003, foi criada a Força Aérea Naval, pertencente à Esquadra e composta pelo NAeL &#8220;Minas Gerais&#8221;; pelo 1º Grupo Aéreo Embarcado, o qual era constituído por dois esquadrões: o 1º Esquadrão de Aviões Anti-Submarino e o 1º Esquadrão de Helicópteros Anti-Submarino; pelo 2º Esquadrão de Helicópteros Anti-Submarino, o qual operaria a partir de outros meios de superfície da Esquadra; e o <a href="https://asassobreosmares.rudnei.cunha.nom.br/2021/07/04/primeiro-esquadrao-de-helicopteros-de-emprego-geral-esqdhu-1/">1º Esquadrão de Helicópteros de Emprego Geral</a> (EsqdHU-1). Dado o pequeno número de aeronaves disponíveis, apenas este último pode ser organizado, tendo sido ativado em maio de 1962.</p>
<p><b>A Base Aérea Naval de São Pedro d&#8217;Aldeia</b></p>
<p>As instalações do CIAAN não eram ideais para o desenvolvimento das atividades aéreas da Marinha, e já em 1957 um local havia sido escolhido para a construção de uma base aérea naval, na localidade de São Pedro d&#8217;Aldeia &#8211; RJ. A partir de fins de 1960, iniciou-se a transferência gradativa das unidades aéreas para as instalações lá construídas. A Base Aérea Naval de São Pedro d&#8217;Aldeia (BAeNSPA), no entanto, só foi criada em 10 de maio de 1966.</p>
<p><b>As aeronaves de asa fixa da Marinha</b></p>
<p>Em 22 de fevereiro de 1961, foram criados dois esquadrões, subordinados ao CIAAN: o <a href="https://asassobreosmares.rudnei.cunha.nom.br/2021/07/04/123/">1º Esquadrão de Helicópteros de Instrução e Adestramento</a> (EsqdHI-1) e o 1º Esquadrão de Aviões de Instrução. Esse último era dotado, originalmente, de apenas três aviões: um Taylorcraft BC-12D, um CAP-4 e um Fairchild PT-26. Essas aeronaves, além de poucas, eram inadequadas para o treinamento dos pilotos navais, de forma que a Marinha adquiriu, em 1962, seis aviões de treinamento suíços Pilatus P-3-04, os quais chegaram ao Brasil em janeiro e março de 1963.</p>
<p>Ocorre que vigia, à época, o Decreto-Lei nº 2.961, o qual determinava que todos os meios aéreos das Forças Armadas eram de uso e operação exclusivos da Força Aérea Brasileira. Existia uma rivalidade grande entre as duas Forças e o ressurgimento da Aviação Naval não era visto com bons olhos pelo Ministério da Aeronáutica.</p>
<p>Nesse ambiente, a montagem dos seis Pilatus foi feita com grande segredo, à noite; uma pista de apenas 500m foi construída na área do CIAAN, disfarçada com uma avenida. À medida que os Pilatus eram liberados para uso, decolavam da &#8220;avenida&#8221; em direção à São Pedro d&#8217;Aldeia.</p>
<p>Em 1963, a Marinha adquiriu 6 aviões <a href="https://asassobreosmares.rudnei.cunha.nom.br/2021/07/18/north-american-t-28-trojan-t-28/">North American T-28C</a>, os quais foram modificados para a versão R-1, dotada de motor mais potente. Os T-28R-1 foram montados a bordo do NAeL &#8220;Minas Gerais&#8221;, equipando o 1º Esquadrão de Aviões Anti-Submarino. Em novembro daquele ano, os T-28R-1 foram os primeiros aviões brasileiros a realizarem as decolagens e pousos enganchados a bordo de porta-aviões. Apesar de serem aeronaves inadequadas para guerra antissubmarina, os T-28R-1 foram instrumentais no adestramento dos pilotos navais para o uso de aeronaves de asa fixa a bordo de um porta-aviões.</p>
<p>Também foram recebidos, nesse período, doze T-28A-NT, os quais haviam sido destinados originalmente à Força Aérea Francesa. Os T-28A-NT não chegaram a ser montados, no entanto; à essa altura, as relações entre a Marinha e a Força Aérea encontravam-se cada vez mais tensionadas, de tal forma que uma solução &#8220;salomônica&#8221; foi tomada pelo governo em 1965.</p>
<p>Através do Decreto nº 55.627, de 26 de janeiro de 1965, foram regulamentadas as atividades aéreas navais. Mais uma vez, a Marinha perdia o direito de operar aeronaves de asa fixa, ficando restrita à utilização de helicópteros; a operação de aviões a bordo do NAeL &#8220;Minas Gerais&#8221; ficaria a cargo da Força Aérea Brasileira, com as aeronaves <a href="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/2021/01/07/grumman-s-2-tracker/">Grumman S-2A Tracker P-16</a> do 1º Esquadrão do <a href="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/2021/01/05/1o-grupo-de-aviacao-embarcada/" target="_top" rel="noopener">1º Grupo de Aviação Embarcada</a> (1º GAE). O decreto determinava, ainda, a transferência à FAB dos aviões operados pela Marinha (os Pilatus P-3, NA T-28R-1, NA-T-28A-NT, Fairchild PT-26 e CAP-4); a FAB transferiria à Marinha, por sua vez, os helicópteros antissubmarino <a href="https://asassobreosmares.rudnei.cunha.nom.br/2021/07/18/sikorsky-hss-1-seahorse-sh-34g/">Sikorsky SH-34G</a>, os quais compuseram, por um pequeno período, o 2º Esquadrão do 1º GAE.</p>
<hr noshade="noshade" size="1" width="40%" />
<p><b>Bibliografia:</b></p>
<ol>
<li>J. Flores Jr., &#8220;Aviação Naval Brasileira&#8221;, Action Editora, Rio de Janeiro, 1995.</li>
</ol>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>História da Aviação Naval Brasileira &#8211; 1913 a 1941</title>
		<link>https://asassobreosmares.rudnei.cunha.nom.br/2021/07/19/historia-da-aviacao-naval-brasileira-1913-a-1941/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rudnei]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 19 Jul 2021 22:14:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[História]]></category>
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					<description><![CDATA[Os primórdios Os primeiros voos de aviões foram realizados no Brasil em 1910. Como inexistiam escolas de pilotagem no Brasil, aqueles militares que desejavam o brevê procuravam-nas em outros países. Assim, temos o 1º piloto militar brasileiro, Ten. Jorge Henrique Moller, da Marinha de Guerra, brevetado em 29 de abril de 1911 pela Escola Farman ... <a title="História da Aviação Naval Brasileira &#8211; 1913 a 1941" class="read-more" href="https://asassobreosmares.rudnei.cunha.nom.br/2021/07/19/historia-da-aviacao-naval-brasileira-1913-a-1941/" aria-label="Read more about História da Aviação Naval Brasileira &#8211; 1913 a 1941">Ler mais</a>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><b>Os primórdios</b></p>
<p>Os primeiros voos de aviões foram realizados no Brasil em 1910. Como inexistiam escolas de pilotagem no Brasil, aqueles militares que desejavam o brevê procuravam-nas em outros países. Assim, temos o 1º piloto militar brasileiro, Ten. Jorge Henrique Moller, da Marinha de Guerra, brevetado em 29 de abril de 1911 pela Escola Farman (França).</p>
<p><b>A Escola de Aviação Naval</b></p>
<p>Frente aos avanços de outras Armadas, a Marinha de Guerra brasileira resolve, em 1916, criar o seu serviço de aviação. Já em 22 de agosto de 1914, havia sido criada a Escola de Submersíveis e Aviação, a qual aparentemente não chegou a ser organizada. Agora, no entanto, os momentos eram de crise, pois a I Guerra Mundial já durava dois anos. O dia 23 de agosto de 1916 viu a criação da Escola de Aviação Naval &#8211; EAvN. Em novembro do mesmo ano foram incorporados à Esquadra três aerobotes Curtiss F. A escola formou inúmeros oficiais e sargentos, tanto da Marinha como do Exército (o qual ainda não tinha sua própria escola de aviação).</p>
<p><b>A I Guerra Mundial</b></p>
<p>Em agosto de 1914, deflagrou-se na Europa um conflito que logo tomou proporções gigantescas, vindo a engolfar todo o mundo. De um lado, os Impérios Alemão e Austro-Húngaro; de outro, os Impérios Britânico, Francês e Russo. Outros países viriam a juntar-se ao conflito no seu decorrer, forçados a tanto por terem sido alvo de agressões, como por exemplo os Estados Unidos da América.</p>
<p>Assim foi também com o Brasil, o qual conseguiu manter a neutralidade até 1917. No dia 3 de abril de 1917, um submarino alemão torpedeou o navio mercante brasileiro &#8220;Paraná&#8221;, navegando próximo à costa francesa; tal ato levou ao rompimento das relações diplomáticas com o Império Alemão. Com o torpedeamento dos navios brasileiros &#8220;Tijuca&#8221;, &#8220;Macau&#8221;, &#8220;Tupi&#8221;, &#8220;Acari&#8221; e &#8220;Guaíba&#8221;, o Brasil declarou guerra àquele Império em 26 de outubro de 1917.</p>
<p>A participação brasileira durante o conflito refletiu-se no envio de navios da Marinha de Guerra à Dakar (noroeste da África), a chamada Divisão Naval em Operações de Guerra, para efetuar operações de proteção a comboios em uma área que se estendia pelo Atlântico de Dakar a Gibraltar.</p>
<p>No tocante à Aeronáutica, os seguintes desenvolvimentos ocorreram:</p>
<ul>
<li>Oficiais do Exército e da Marinha foram enviados à Grã-Bretanha, em janeiro de 1918, a fim de receberem treinamento em pilotagem de aviões junto ao Royal Naval Air Service &#8211; RNAS (o antigo corpo aéreo da Marinha Real britânica). Esses oficiais foram treinados nas estações aeronavais de Eastbourne, Lee-on-Solent e Calshot; dois oficiais faleceram nesse período devido a acidentes. Após o treinamento, aqueles oficiais desempenharam missões de guerra, integrando uma esquadrilha da então recém-criada Royal Air Force &#8211; RAF (Força Aérea Real britânica), a qual contava com pilotos brasileiros, norte-americanos e britânicos.</li>
<li>Em março de 1918, a Escola de Aviação Naval recebe uma Missão Militar Americana. A EAvN recebeu 6 Curtiss HS-2 de patrulha, 2 F.B.A. de reconhecimento, 4 Curtiss F e 2 Standards de instrução. Um outro Curtiss F foi construído nas oficinas da Escola.</li>
<li>Em fins de 1918 oficiais e praças da Marinha foram enviados à Itália para receberem instrução.</li>
</ul>
<figure id="attachment_497" aria-describedby="caption-attachment-497" style="width: 1014px" class="wp-caption aligncenter"><img decoding="async" class="wp-image-497 size-large" src="https://asassobreosmares.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/07/30809060597_d086a8414e_o-x-1024x781.jpg" alt="" width="1024" height="781" srcset="https://asassobreosmares.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/07/30809060597_d086a8414e_o-x-1024x781.jpg 1024w, https://asassobreosmares.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/07/30809060597_d086a8414e_o-x-300x229.jpg 300w, https://asassobreosmares.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/07/30809060597_d086a8414e_o-x-768x586.jpg 768w, https://asassobreosmares.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/07/30809060597_d086a8414e_o-x-1536x1172.jpg 1536w, https://asassobreosmares.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/07/30809060597_d086a8414e_o-x-2048x1562.jpg 2048w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption id="caption-attachment-497" class="wp-caption-text"><div class="cc-attribution-box"> </div></div> Aviadores navais brasileiros em treinamento no Reino Unido, durante a I Guerra Mundial.</figcaption></figure>
<p><b>A Escola de Aviação Naval em 1919</b></p>
<p>A Escola de Aviação Naval avançava a passos largos. No dia 15 de agosto de 1919, é realizado o primeiro vôo aeropostal da Marinha, inaugurando-se o Correio Aéreo da Esquadra, precursor do Correio Aéreo Naval. A EAvN adquire, em 1919, dois Farman F-41, quatro Curtiss N-9, dois Ansaldo ISV A, um Macchi M7 e cinco Macchi M9; em 1920, foram adquiridos aviões Avro 504K, bem como dois Farman F-51, quatro Curtiss N-9 e quatro Aeromarine; um Curtiss MF foi doado pelo governo norte-americano.</p>
<p><b>Centros de Aviação Naval</b></p>
<p>Em julho de 1922 foi criado o Centro de Aviação Naval do Rio de Janeiro (situado na Ponta do Galeão) e, em outubro do mesmo ano, o Centro de Aviação Naval de Santos. Esses centros foram os pioneiros no estabelecimento da Aviação Naval como responsável pela defesa aérea do litoral do Brasil.</p>
<p><strong>Criação da Defesa Aérea do Litoral</strong></p>
<p>Em 18/11/1923, foi criada a Defesa Aérea do Litoral (DAL), à qual ficaram subordinadas a Escola de Aviação Naval e os centros de aviação naval do Rio de Janeiro, de Santos e de Santa Catarina (em Florianópolis). A DAL foi extinta logo em seguida, sendo criada em seu lugar a Diretoria de Aeronáutica da Marinha, em 5/12 do mesmo ano.</p>
<p><b>A Revolução de 1924</b></p>
<p>A Aviação Naval participou da campanha, enviando as 1ª e 2ª esquadrilhas, equipadas com aviões Curtiss F-5L, Curtiss MF e HS-2L. Essas esquadrilhas realizaram missões de reconhecimento em apoio ao bloqueio naval do porto de Santos. No norte do país, para onde o movimento havia se espalhado, a Aviação Naval realizou missões contra os rebeldes.</p>
<p><strong>Estrutura das unidades aéreas em 1926</strong></p>
<p>As unidades aéreas da Aviação Naval estavam organizadas em quatro flotilhas:</p>
<ul>
<li>Flotilha de Caça, com três esquadrilhas, equipadas com o Sopwith 7F1. Snipe;</li>
<li>Flotilha de Reconhecimento, com três esquadrilhas, equipadas com o Ansaldo SVA-10;</li>
<li>Flotilha de Bombardeio, com três esquadrilhas, equipadas com o Curtiss F-5L;</li>
<li>Flotiha de Instrução, com três esquadrilhas:
<ul>
<li>1ª Esquadrilha (hidroaviões Curtiss N9H)</li>
<li>2ª Esquadrilha (aerobotes Curtiss MF)</li>
<li>3ª Esquadrilha (Avro 504K e Curtiss JN-4D)</li>
</ul>
</li>
</ul>
<figure id="attachment_1051" aria-describedby="caption-attachment-1051" style="width: 1014px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-large wp-image-1051" src="https://asassobreosmares.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/08/Estandarte-da-Aviacao-Naval-1931-1024x748.png" alt="" width="1024" height="748" srcset="https://asassobreosmares.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/08/Estandarte-da-Aviacao-Naval-1931-1024x748.png 1024w, https://asassobreosmares.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/08/Estandarte-da-Aviacao-Naval-1931-300x219.png 300w, https://asassobreosmares.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/08/Estandarte-da-Aviacao-Naval-1931-768x561.png 768w, https://asassobreosmares.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/08/Estandarte-da-Aviacao-Naval-1931.png 1361w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption id="caption-attachment-1051" class="wp-caption-text">O estandarte da Aviação Naval. Aprovado pelo Decreto nº 20.090, de 11 de junho de 1931, foi usado até a extinção da Aviação Naval, em 20/01/1941.</figcaption></figure>
<p><strong>Criação do Corpo de Aviação da Marinha</strong></p>
<p>Em 3 de outubro de 1931, através do Decreto nº 20.479, é criado o Corpo de Aviação da Marinha, estabelecendo o Quadro de Aviadores Navais e das demais especialidades afeitas à Aviação Naval.</p>
<p><strong>Incorporação dos hidroaviões Savoia Marchetti SM.55A</strong></p>
<p>No ano de 1931, a AvN adquiriu onze hidroaviões Savoia Marchetti SM.55A. Estes aviões haviam sido trazidos ao Brasil no memorável reide Roma-Rio de Janeiro, realizado pela Regia Aeronautica (Real Força Aérea Italiana), sob o comando do Gen. Italo Balbo.</p>
<p><b>A Revolução de 1932</b></p>
<p>A Revolução Constitucionalista foi movida por lideranças do estado de São Paulo contra o governo de Getúlio Vargas, líder do movimento de 1930 e presidente desde então. A revolução foi deflagrada na noite de 9 para 10 de julho de 1932 e teve a duração de 85 dias; como os rebeldes não obtiveram o apoio dos demais estados (especialmente do Rio Grande do Sul), logo viram-se cercados por tropas legalistas e foram forçados a lutar em três frentes, nas fronteiras com os estados do Paraná, Rio de Janeiro e Minas Gerais.</p>
<p>Do lado legalista, a Aviação Naval contribuiu com quatro <a href="https://asassobreosmares.rudnei.cunha.nom.br/2021/08/05/chance-vought-o2u-2a-corsair-o2u-2a-o1v/">Vought O2U-2A Corsair</a> da 1ª Divisão de Observação; três <a href="https://asassobreosmares.rudnei.cunha.nom.br/2021/08/05/martin-pm-1b-p1m/">Martin PM-1B</a> e sete <a href="http://SM.55A">Savoia-Marchetti SM.55A</a> da Flotilha Mista Independente de Aviões de Patrulha, bem como doze <a href="https://asassobreosmares.rudnei.cunha.nom.br/2021/08/09/de-havilland-d-h-60t-moth-trainer/">de Havilland D.H. 60T</a> e dois Avro 504K.</p>
<p>No dia 18 de julho, dois Corsair da Aviação Naval foram atacados pela artilharia antiaérea enquanto realizavam uma missão de reconhecimento armado; no decorrer desta interceptaram um Potez rebelde que conseguiu evadir-se. No dia 21, os Corsair da Aviação Naval destruíram importante depósito de munições rebelde. No dia 29, um SM.55A escoltado por um Corsair realizam ataque a posições rebeldes em Cubatão, sem, no entanto, obter resultados significativos. Nos dias 3 e 5 de setembro, três SM-55A escoltados por um Corsair atacam com sucesso o Forte de Itaipu, ocupado pelos rebeldes, causando severos danos.</p>
<p>Ainda durante a revolução de 1932, o governo adquiriu 14 aviões de caça <a href="https://asassobreosmares.rudnei.cunha.nom.br/2021/07/18/boeing-256-c1b/">Boeing 256</a> nos EUA, seis dos quais foram destinados à Aviação Naval e os oito restantes à Aviação Militar (do Exército).</p>
<p><b>A primeira esquadrilha de demonstração aérea</b></p>
<p>Em 1932 a AvN organiza uma unidade de demonstração aérea, equipada com três aviões Boeing 256 e tendo como integrantes: Capitão-de-Corveta Djalma Fontes Cordovil Petit, Capitão-Tenente Lauro Oriano Menescal e Capitão-Tenente José Kahl Filho. A esquadrilha logo atraiu a atenção pela precisão com que as manobras aerobáticas eram realizadas. Em janeiro de 1933, foi convidada a participar da cerimônia de inauguração do Aeroporto Internacional de Montevidéu; nos meses de agosto a outubro do mesmo ano, acompanhou o Presidente Getúlio Vargas em viagem às capitais do norte do Brasil. No seu regresso ao Rio de Janeiro, a 5 de outubro, escoltou o dirigível alemão &#8220;Graf Zepellin&#8221;.</p>
<p><strong>Reorganização das Unidades Aéreas</strong></p>
<p>A chegada de aeronaves modernas permitiu a reorganização das unidades aéreas, em fins de 1932. Foram criadas a <strong>Defesa Aérea do Litoral</strong> e a <strong>Força Aérea da Esquadra:</strong></p>
<ul>
<li><strong>Defesa Aérea do Litoral, </strong>composta por seis Divisões:
<ul>
<li>1ª Divisão de Caça (1ª DC), Rio de Janeiro (RJ): seis <a href="https://asassobreosmares.rudnei.cunha.nom.br/2021/07/18/boeing-256-c1b/">Boeing 256</a>.</li>
<li>2ª Divisão de Observação (2ª DO), Rio de Janeiro (RJ): seis <a href="https://asassobreosmares.rudnei.cunha.nom.br/2021/08/06/vought-v-66b-corsair/">Vought V-66B Corsário</a>.</li>
<li>1ª Divisão de Esclarecimento e Bombardeio (1ª DEB), Ladário (MS): cinco <a href="https://asassobreosmares.rudnei.cunha.nom.br/2021/08/11/fairey-gordon-e1f/">Fairey Gordon</a>.</li>
<li>2ª Divisão de Esclarecimento e Bombardeio (2ª DEB), Porto Alegre (RS): cinco Fairey Gordon.</li>
<li>3ª Divisão de Esclarecimento e Bombardeio (3ª DEB), Florianópolis (SC): cinco Fairey Gordon.</li>
<li>4ª Divisão de Esclarecimento e Bombardeio (4ª DEB), Rio de Janeiro (RJ): cinco Fairey Gordon.</li>
</ul>
</li>
<li><strong>Força Aérea da Esquadra</strong>, composta por cinco Divisões, todas com sede no Rio de Janeiro (RJ):
<ul>
<li>1ª Divisão de Patrulha (1ª DP): cinco Savoia-Marchetti SM.55A e dois Martin PM-1B.</li>
<li>1ª Divisão de Observação (1ª DO): quatro Vought O2U-2A Corsário e dois Vought V-66B Corsário.</li>
<li>1ª Divisão de Treinamento (1ª DT): oito Waco CSO.</li>
<li>1ª Divisão de Instrução (1ª DI): de Havilland D.H. 60T Moth Trainer e <a href="https://asassobreosmares.rudnei.cunha.nom.br/2021/08/09/de-havilland-d-h-83-fox-moth-i3h/">de Havilland D.H. 83 Fox Moth</a> (Escola de Aviação Naval).</li>
</ul>
</li>
</ul>
<p><strong>Reorganização da Defesa Aérea do Litoral</strong></p>
<p>Em 1933, através do Decreto nº 22.570, de 23 de março daquele ano, a Defesa Aérea do Litoral foi reestruturada em cinco setores: Norte (Belém &#8211; PA), Nordeste (Natal &#8211; RN), Centro (Rio de Janeiro &#8211; RJ), Sul (Florianópolis &#8211; SC) e Sudoeste (Ladário &#8211; MS).</p>
<p><strong>Criação das Flotilhas</strong></p>
<p>Em setembro de 1933, as divisões de esclarecimento e bombardeio, as divisões aéreas de observação e a divisão de patrulha foram dissolvidas, sendo criadas três flotilhas em seus lugares:</p>
<ul>
<li>1ª Flotilha de Esclarecimento e Bombardeio, equipada com aviões Fairey Gordon;</li>
<li>1ª Flotilha de Observação, equipada com aviões Vought O2U-2A Corsário e Vought V-66B Corsário;</li>
<li>1ª Flotilha de Patrulha, equipada com aviões Savoia-Marchetti SM.55A e Martin PM-1B.</li>
</ul>
<p><b>Guerra do Chaco</b></p>
<p>Em 1934, por ocasião da guerra do Chaco &#8211; envolvendo a Bolívia e o Paraguai &#8211; a Aviação Naval deslocou aviões Boeing 256 e Vought V-66B Corsair II para a fronteira do Brasil com aqueles dois países.</p>
<p><strong>Criação do 1º Grupo Misto de Combate, Observação e Patrulha</strong></p>
<p>Devido à baixa disponibilidade que afetava praticamente todos os meios aéreos disponíveis na Aviação Naval, entre 1933 e 1934, foi criado o 1º Grupo Misto de Combate, Observação e Patrulha em novembro de 1935, sediado no Rio de Janeiro e fundindo as aeronaves e tripulações da 1ª Divisão Aérea de Patrulha (pertencente à Força Aérea da Esquadra) e de duas divisões da Defesa Aérea do Litoral (Centro), a 2ª Divisão de Aviões de Observação e 1ª Divisão de Caça. O 1º GMCOP foi organizado no primeiro trimestre de 1936.</p>
<p><b>A Aviação Naval e a Indústria Aeronáutica</b></p>
<p>Na segunda metade da década de 30, a AvN passou a incorporar aviões projetados pela firma alemã Focke-Wulf; como fruto dessa associação, uma fábrica foi instalada no Galeão, produzindo aviões FW-44J Stieglitz e <a href="https://asassobreosmares.rudnei.cunha.nom.br/2021/06/27/focke-wulf-fw-58b-2-weihe-d2fw-e-v2avn/">FW-58B Weihe</a>, incorporados a partir de 1936 e 1938, respectivamente. Também doze aviões de treinamento norte-americanos <a href="https://asassobreosmares.rudnei.cunha.nom.br/2021/07/18/north-american-na-46-v1na-d1na/">North American NA-46</a> entraram em serviço em 1938.</p>
<p><b>Os reides aéreos</b></p>
<p>Os reides aéreos foram importantíssimos para o desenvolvimento da aviação no Brasil, por possibilitar o aprimoramento das tripulações em voos de longo alcance. Dentre os reides realizados por tripulações da Aviação Naval, destacam-se:</p>
<ul>
<li>Rio de Janeiro &#8211; Vitória &#8211; Salvador &#8211; Aracaju, de 1º a 19 de julho de 1923: primeiro reide de uma esquadrilha da Aviação Naval;</li>
<li>Rio de Janeiro &#8211; Juiz de Fora &#8211; Belo Horizonte, 3 de agosto de 1926;</li>
<li>Argentina e Uruguai, 1931: aviões SM-55A da Aviação Naval;</li>
</ul>
<p><b>O Correio Aéreo Naval</b></p>
<p>Em 1934, foi criado o Correio Aéreo Naval; atendendo linhas ao longo do litoral sul-brasileiro, entre as cidades de Rio Grande e Rio de Janeiro. Eram utilizados hidroaviões WACO CSO e WACO CPF F-5, e aviões WACO CPF F-5 e WACO CJC Cabine. Em 1940, a Marinha adquiriu quatro Beechcraft D-17A para serem utilizados pelo Correio Aéreo Naval em rotas ligando o Rio de Janeiro até Belém; porém tais rotas não funcionaram regularmente.</p>
<p><strong>Criação do 1º Grupo de Observação e Caça</strong></p>
<p>Em março de 1937, o 1º Grupo Misto de Combate, Observação e Patrulha foi extinto. Em seu lugar, foi criado o 1º Grupo de Observação e Caça, equipado com os Boeing 256 e Vought V-66B Corsair II.</p>
<p><b>A extinção da Aviação Naval</b></p>
<p>Em janeiro de 1941, os acontecimentos na Europa levaram o governo brasileiro a centralizar em um único comando as operações aéreas das forças militares brasileiras, e com isso surgiu o Ministério da Aeronáutica, cujo primeiro titular foi o Dr. Salgado Filho; a Aviação Militar (do Exército) e a Aviação Naval foram extintas &#8211; seus efetivos pessoais e equipamentos foram transferidas para uma nova Força militar, chamada de Forças Aéreas Nacionais. No dia 22 de maio de 1941, após exposição de motivos do Sr. Ministro da Aeronáutica, as Forças Aéreas Nacionais tiveram sua denominação alterada, pelo governo, para Força Aérea Brasileira.</p>
<p>Da extinta Aviação Naval foram transferidos à FAB as seguintes aeronaves, com as respectivas quantidades indicadas entre colchetes: Beechcraft D-17A [3], Boeing 256 [2], de Havilland DH-60T [1], de Havilland DH-82/DH-82A [10], de Havilland DH-83 [2], Fairey Gordon [4], Focke-Wulf 58B [16], Focke-Wulf 44J [36], Luscombe Phantom [1], North American NA-46 [12], Stinson 105 [1], Vought V-66B [1], Waco CSO [3], Waco CPF F-5 [4], Waco CJC [3].</p>
<p>As aeronaves mais modernas eram os FW-58B, os quais foram colocadas em serviço pela FAB em missões de patrulha antissubmarina, durante a II Guerra Mundial; já os NA-46 foram utilizadas para instrução de pessoal. Outras aeronaves, como os Waco, foram colocadas em serviço nas linhas do Correio Aéreo Nacional, ao passo que as mais antigas foram declaradas obsoletas.</p>
<hr noshade="noshade" size="1" width="40%" />
<p><b>Bibliografia</b></p>
<ol>
<li>&#8220;História Geral da Aeronáutica Brasileira&#8221;, V. 1, Instituto Histórico-Cultural da Aeronáutica, Rio de Janeiro, 1991.</li>
<li>&#8220;História Geral da Aeronáutica Brasileira&#8221;, V. 2, Instituto Histórico-Cultural da Aeronáutica, Rio de Janeiro, 1991.</li>
<li>&#8220;História Geral da Aeronáutica Brasileira&#8221;, V. 3, Instituto Histórico-Cultural da Aeronáutica, Rio de Janeiro, 1991.</li>
<li>J. Flores Jr., &#8220;Aviação Naval Brasileira&#8221;, Action Editora, Rio de Janeiro, 1995.</li>
<li>100 Anos da Aviação Naval no Brasil / FGV Projetos. – Rio de Janeiro:<br />
FGV Projetos, 2016.</li>
</ol>
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